Raízes da língua portuguesa no Brasil
Tema: Preconceito Linguístico: O dilema do “Certo” e do “Errado”
Escolaridade, classe social, regionalismo. No Brasil é notória a diferenciação do uso da língua portuguesa, motivada pelo multiculturalismo presente no país de tantas caras. Nesse sentido surge a necessidade de uma padronização lingüística [linguística] que respeite as normas ortográficas e que também traga em seu contexto as peculiaridades de cada pessoa e região que compõem a linguagem do país.
Na terra de Jorge Amado e Machado de Assis, a construção da língua foi resultado da junção das mais diferentes culturas. O Brasil que fala “tchê” no sul [vírgula] fala também “cabra” no nordeste e reflete em sua composição as marcas regionais de uma cultura múltipla, dando assim sentido à antítese do uso da língua portuguesa.
Portanto, nota-se a diferença na forma de escrever e falar no Brasil. Captar erros gramaticais e de pronuncia t[pronúncia] ornou-se uma constante e não se limita aos ditos pobres e sem educação, a incoerência da utilização da língua fica evidente na internet, em letras de música e até mesmo na fala de representes [representantes] do povo na política. Assim faz se necessária o encontro do limite que defina o certo e o errado do uso da língua, sem desrespeitar cultura e hábitos do povo.
Nesse sentido, a escola vem como influente instrumento de auxilio [auxílio] para o coerente uso da língua, sendo ela responsável por criar a imagem que faça um paralelo entre a figura formal da linguagem e sua variação dentro do contexto de vida do aluno, criando assim uma ponte que facilite a compreensão de que a aplicação correta da língua não faz com que o estudante perca suas raízes, mas que facilita o entendimento diante da sua própria cultura.
Os aspectos que definem a estrutura oral e escrita da língua portuguesa são plenamente influenciados pelas diferentes culturas presentes no país deste a colonização. O regionalismo unido as questões de âmbito socioeconômico, podem levar a língua a um caminho incorreto de construção oral e escrita, nesse sentido cabe a escola junto às políticas publicas incentivar a adoção de uma postura mais correta perante a utilização do idioma, mas sem violentar as raízes Indígenas, Européias e Africanas que compõem a língua portuguesa Brasileira.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 7 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |