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Ao considerarmos apenas um padrão linguístico como correto, deixamos de lado o verdaddeiro [verdadeiro] intuito de uma língua [língua] , cujo [que] é a comunicação. E assim passamos a ter um ciência em nosso dia-a-dia.Não podemos mas [mais] dizer ou taxar uma palavra com errônia [errônea] por mera questão estética ou fonológica, se o interlocutor conseguiu cumprir a função da comunicação e chegou atingir seu interlocutor.
E [É] fácil nos dias atuais encontarmos [encontrarmos] pessoas pronunciando palavras de formas diferentes das apresentadas pela regras geral de nosso idioma, mas não devemos simplesmente julgar estas pessoas pelo erro, pois assim estaremos partindo para o lado da discriminação social, simplesmente excluindo-os, deixando para trás suas origens, seu passado, e sua formação social.
Somos privilegiados por econtarmos [encontramos] em nossa lingua [língua] uma grande flexibilidade,possibilitando aos seus falantes poder usar várias formas do mesmo idioma,sem a perca de seu sentido original e matendo a compreenção [compreensão] , pois sabemos que a lingua é um dos bens mais preciosos de um povo, e sendo assim ela deve ser dirigida a todos sem nenhum discriminação ou restrição, de forma clara e direta, sendo ela em forma culta ou não todos temos o direito de uma boa comunicação.
A nós falantes , que usamos a lingua [língua] de tantas formas em nosso dia-a-dia, nos resta usarmos o bom senso e a sabedoria de adaptar nossa fala de acordo com a situação a qual nos encontramos, usando a formalidade quando preciso e a informalidade quando desejado, e explorar ao máximo das possibilidades de nosso idioma.