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No mundo, sempre procurou-se [se procurou] a perfeição e a ordem, além de serem estabelecidas várias normas para ser seguida [serem seguidas] pela sociedade para uma vivência melhor. No entanto, essa perfeição, tão almejada pelos clássicos, não adapta a linguística. Não é possível considerar apenas um padrão, devido, basicamente, a três razões: a diversidade do mundo, o objetivo da linguagem e o preconceito linguístico.
Cada país tem sua identidade cultural composta pela diversidade. No livro Macunaíma, de Mário de Andrade, mostra bem essa diversidade no Brasil. Assim, favorece a criação, naturalmente, de várias formas linguísticas adeptas a cultura de uma população regional. Uma vez que o aprendizado vem desde pequeno através dos pais possuidores de uma herança linguística, fica difícil assimilar e pôr em pratica [prática] o padrão considerado certo por um todo.
Não tem utilidade haver um padrão linguístico correto se o principal motivo da linguagem é apenas de se comunicar. Qualquer manifestação que valha para o entendimento da mensagem transmitida deve ser considerada correta. Natural assim, que qualquer linguagem seja aceita. A noção de erro é apenas por não seguir as regras gramaticais que não representam o foco.
Se há algo superior que denota maior predominância, qualquer inferiorização e a discriminação desta é forma de preconceito. Como acontece com o predomínio de brancos que acarreta no preconceito dos negros, vistos como inferiores. Dessa forma, se houver um único padrão linguístico aceito pela sociedade, qualquer pessoa que fugir dessa regra, irá ser motivo de tal situação.
A busca pela perfeição e ordem é favorável a diversos fatores. No entanto, seguindo esse caminho, é desnecessária a padronização da linguagem. O mais importante e o que deve preocupação é a comunicação. Além de que torna-se difícil estabelecer normas para uma sociedade já acostumada com a linguagem própria da cultura hereditária.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |