O preconceito da linguagem informal
Tema: Preconceito Linguístico: O dilema do “Certo” e do “Errado”
Existe preconceito lingüístico [linguístico] que poderia ser definido como uma discriminação ou rejeição para com um indivíduo que possua uma característica de linguagem diferente, assim chamado de linguagem informal e linguagem coloquial de acordo com a literatura brasileira [Gramática] desconsiderando-a da linguagem formal ou culta como um padrão. O preconceito linguístico, portanto, seria discenir [discernir] uma pessoa com base na sua forma de falar ou escrever, classificando-as como pessoas cultas ou estultas. Em nosso cotidiano diário notamos várias informalidades com a linguagem brasileira usadas por pessoas que não se importam com as regras da linguagem, essas pessoas são de determinadas regiões ou descendentes de imigrantes de outras regiões e ao conversar com essas pessoas nota-se uma informalidade na sua linguagem usada por seus comunicadores, essas pessoas expressão [expressam] uma comunicação através de gírias, linguagem figurada ou sentido figurado [vírgula] essas expressões variam de acordo com sua região.
O preconceito linguístico, portanto, seria considerar que as únicas regras válidas são as empregadas pela literatura clássica brasileira [Gramática Normativa], considerando-as como um padrão inalterável. Mas [Mais] do que preconceito seria negar a evolução de uma linguagem em que se não houvesse ocorrido, existe também grandes estudos filosóficos e gramaticais que se baseou [basearam] durante muito tempo nesse preconceito irreal da “unidade linguística do Brasil”. Esse mito é muito prejudicial à educação, porque ao não reconhecer a verdadeira diversidade do português falado no Brasil, a escola tenta impor sua norma lingüística [linguística]como se ela fosse de fato à [a] língua comum a todos os 192 milhões de brasileiros independentemente de sua idade, de sua origem geográfica, de sua situação socioeconômica, de seu grau de escolarização etc.
Porém, o preconceito lingüístico “muito pelo ao contrário que vemos hoje” é ser alimentado diariamente em programas de televisão, de rádios, em colunas de jornais, de revista, em livros manuais que pretendem ensinar o que é “certo” e o que é “errado” sem falar, é claro, nos instrumentos tradicionais de ensino da língua: a gramática normativa e os livros didáticos. Parece haver cada vez mais nos dias de hoje uma forte tendência a lutar contra as mais variadas formas de preconceito, a mostrar que eles não tem nenhum fundamento racional, nenhuma justificativa, e que são apenas o resultado da ignorância, da intolerância ou da manipulação ideológica de uma linguagem.
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Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.0 |
| Nota final | 7 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |