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Recentemente o Congresso Nacional vem debatendo sobre a questão da disciplina dos pais , criando a Lei da Palmada que proíbe o uso de violência física na correção dos filhos . Apesar da boa intenção dos congressistas , muitos brasileiros se opõem à essa lei , pois acreditam que não é papel do Estado regular a educação que os filhos recebem de seus pais e também por delimitar a autoridade da família .
Afinal , será que é possível educar os filhos sem “palmadas” ? A maioria dos responsáveis optam por castigos ao invés de palmadas , por terem vivenciado o conflito de gerações , deixando a visão dos absolutos para aderir os conceitos relativistas .Nesse sentido [vírgula] houve , certamente , excessos de permissividade para compensar a ausência dos pais em função da inserção no mercado de trabalho . Muitos acreditam que esse modelo não desenvolve nas crianças a concepção do que é certo ou errado ,pelo contrário , cria apenas uma relação de interesse . Segundo Bruno Bettelheim , um grande especialista em problemas infantis , na educação dos filhos é imprescindível a palmada .Para ele esse tipo de correção estabelece, de forma inequívoca, a relação de autoridade dos pais verso o respeito dos filhos , além de deixar uma marca indelével na mente da criança quanto ao motivo da punição . Este especialista acredita que este tipo de correção seguido de diálogo gera uma educação mais eficaz . Neste sentido , a Bíblia também ensina que os pais devem corrigir seus filhos com vara , porém ressalta que os pais não devem provocar a ira de seus filhos . Segundo Jesus [vírgula] o melhor ensinamento se processa através do bom exemplo .
Logo, a palmada com intenção de imprimir um bom caráter e ensinar valores morais aos filhos , de forma amorosa e responsável , jamais redundará em violência física mas no estabelecimento de limites . Esses limites ainda segundo Bettelheim , é o que transmite a sensação de segurança nas crianças, sem a qual os mesmos sentem-se totalmente inseguros , sem limites e infelizes .
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
2.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
9
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |