A constituição interferindo nos lares brasileiros

Tema: Lei da Palmada: O contraponto entre a violência e a educação dos pais

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 25/02/2012
Nota tradicional: 6.5
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De acordo com a Lei da Palmada, os pais não podem castigar fisicamente seus filhos, caso contrário são sujeitos a acompanhamento psicológico e recebem uma advertência. Mas esta Lei ainda não foi aprovada, por ser um assunto polêmico e contraditório. Há vinte anos, que temos uma lei que protege a criança e o adolescente contra agressão, indiferente de quem a pratique. Logo, temos uma questão: se faz necessário outra lei? E até que ponto o Estado pode interferir na educação, criação das crianças brasileiras?

Esta nova lei propõe que os pais usem outros métodos para castigar seus filhos, por exemplo, tirando algo que eles gostem de fazer, como jogar vídeo game, durante algum tempo, para mostrar que o que eles fizeram foi errado. Ou ainda, coloca-los [colocá-los] sentados longe de outras pessoas, pensando no que fizeram, durante alguns minutos de acordo com a idade – se a criança tem 4 anos, fica 4 minutos.

Todavia, muitos discordam, dizem que esta lei não deve ser aprovada, pois em alguns casos se faz necessário dar uma palmada na bunda, ou um beliscão no filho para puni-los [puní-los] . Expõem que essas atitudes não machucam tampouco traumatizam, e que só impõem respeito, autoridade.

Contudo, existem pais que não medem forças pra bater nos filhos, dependendo da raiva, o responsável acaba extrapolando e machucando seus filhos. Então, qual o limite de um tapa, em que momento se torna agressão? É a partir dessa tese que esta lei foi criada, para proteger a criança dos maus tratos, da violência, pois quando uma pessoa esta [está] nervosa acaba fazendo o que não deve. Independente do que for decidido, o mais importante é a proteção das nossas crianças, porque elas são o futuro do nosso País.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 1.5
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 1.5
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 0.5
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 1.5
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 1.5
Nota final 6.5

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos