Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
Atualmente se tornou comum vermos na mídia, [sem vírgula]casos de menores que foram espancados e torturados pelos pais ou até mesmo pelos professores. Geralmente esses casos têm algo em comum, que é a classe social dos indivíduos, que geralmente são oriundos de uma família desestruturada e pobre. É muito raro se ouvir falar que filho de rico ou até mesmo da classe média, foi espancado pelos pais ou sofreu alguma agressão na escola. Isso ocorre pelo fato da educação ter sido diferente, mas isso não significa que nesses âmbitos não exista a “palmada pedagógica”.
Para realmente se por em prática uma lei como a Lei da Palmada, primeiramente o governo deveria ter pensando em alguma lei ou projeto para reeducar os pais. Não se pode esquecer que a educação é um aspecto cultural, o que se torna ainda mais difícil de mudar. Geralmente essas agressões sem limites, ocorrem nas famílias mais pobres, onde [em que] não existe um diálogo nem entre os pais, e muito menos entre os filhos e os pais.
Uma “palmada pedagógica” nunca fez mal a ninguém. Não podemos confundir um tapinha no bumbum de uma criança com um espancamento a cinto, vara, ferro e outros objetos que se usam para machucar os menores. As palmadas fazem parte da educação de uma criança, mas o diálogo também e [é] [vírgula] este deve ser sempre a primeira opção, e quando somente ele não resolver, os pais devem recorrer ao tapinha no bumbum, o que as vezes as crianças entendem muito melhor,do que horas com seus pais falando para não fazer algo. Os pais tem obrigação de ensinar para seus filhos o que é certo e o que é errado, esse ensinamento não se deve ocorrer em forma de agressão e sim de diálogo,quando este não for o suficiente, uma palmada não fará mal ao seu filho.
Conclui-se [vírgula] portanto,que o Estado deve respeitar a forma que cada família tem de educar seus filhos, interferindo apenas no caso de abusos e excessos. O diálogo tem que ser sempre a primeira opção,mas se sabe, [sem vírgula]que pôr uma criança de um e meio para pensar sobre o que fez de errado,ela não irá entender o motivo daquilo e continuará a fazer igual,e já com uma criança de idade superior, é diferente. A educação de uma criança vai mudando conforme ela vai crescendo. Conforme as crianças crescem o diálogo vai ocupando mais espaço do que as “palmadas pedagógicas”. Desta forma a criança vai tendo em sua mente cada vez mais explicito o que é certo e o que é errado.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
2.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
8.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |