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Há muitos anos cientistas e leigos começaram a pensar em como se poderia educar um filho perfeito, ou o mais perto disso possível. Livros, revistas e artigos são lançados mensalmente para ajudar pessoas que não tem certeza sobre como tomar conta de uma criança, e que podem, a partir dessas fontes e do que dizem seus amigos e familiares, aprender a fazer isso escolhendo para si as melhores técnicas. Entretanto, o projeto de lei aprovado pela câmara dos deputados decide para os pais de que maneira eles devem cuidar de seus filhos. Proibindo qualquer tipo de punição corporal, temos a chamada Lei da Palmada.
Educar nunca foi tarefa fácil. A mãe, o pai ou o responsável passa a responder por uma vida além da sua; pelos atos de outro indivíduo sobre o qual devem dedicar muito do seu tempo e esforço. No entanto, a Lei da Palmada em questão tira dos pais o direito de mostrar à criança que tudo o que ela faz têm conseqüência, e que em nossa sociedade há punições que vão além do que ficar um dia sem computador, sem doce ou sem bicicleta.
Se conversar não resolve o problema da birra, da manha, da briga com o primo, entre outras atitudes que se têm quando se é criança, cabe ao pai tomar as providências necessárias para que ela compreenda desde cedo, com ou sem palmadas, que todos vivemos respeitando regras.
Caso essa lei entre em vigor, ela não só restringirá o poder que os pais têm sobre os filhos, como também corromperá o pensamento de muitas crianças, que partindo da idéia de que “podem tudo” e não irão apanhar, em pouco tempo encherão as penitenciárias de gente que vai receber muito mais do que uma palmada de lição.
A melhor opção é deixar a responsabilidade de decidir o “modo de criar” ideal, para quem cuidou, alimentou e deu o necessário para a criança desde o início: seu pai, mãe, tio, tia, avó, avô, ou responsável legal, já que não existe mesmo a “receita perfeita” de como educar seus filhos.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
2.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
9
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |