Palmada não é violência, é uma ferramenta da disciplina
Tema: Lei da Palmada: O contraponto entre a violência e a educação dos pais
A educação incide diretamente na formação do caráter moral e social do indivíduo. Existem várias maneiras de educar uma criança, dentre elas está a imposição de castigos físicos, que atualmente o Estado brasileiro quer reprimir. Mas até onde é válida a interferência do Estado na educação dada pelos pais?
Castigos corporais são utilizados pela sociedade de forma holística há séculos como maneira eficaz de impor aos indivíduos as balizas inerentes à convivência social. Da mesma maneira que o Estado trata esses castigos como forma de punição [vírgula] as famílias também têm esse direito.
O Projeto de Lei 7.672/2010 ou a tão conhecida Lei das Palmadas está em trâmite no Congresso Nacional e visa punir os pais que expressarem sua autoridade mediante castigos físicos, porém [vírgula] não expõe métodos apropriados de como manter a autoridade perante crianças e adolescentes.
O castigo na infância é, muitas vezes, a prevenção de erros no futuro, pois disciplina a criança e a faz compreender que nem sempre nossa vontade é a que impera, em outras palavras [vírgula] ele auxilia o indivíduo a como viver em sociedade. Ressalta-se, entretanto, que para tudo há um limite, não se pode permitir que crianças e adolescentes sejam vítimas de violência apenas para impor a autoridade familiar.
Pode-se constatar que deve-se diferenciar as leves palmadas de um espancamento cruel, pois elas são, na maioria das vezes, benéficas e responsáveis pelos bons cidadãos, não desprezando a possibilidade de resolução de problemas através do diálogo, contudo o Estado não deve interferir na educação promovida pelos pais, exceto se houver realmente abusos, pois ele não convive diretamente com crianças teimosas e imaturas, logo também lhe é vedada intervenção no processo disciplinar.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 2.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |