Até que ponto é válida a interferência do estado na educação dada pelos pais?
Tema: Lei da Palmada: O contraponto entre a violência e a educação dos pais
A [Há] pouco tempo foi imposta uma lei que proíbe os pais de educar os filhos com a força física, e gerou discurssões como até que ponto um pai pode chegar sem que haja realmente a violência física, ou se basta apenas puxar a cadeira da mesa e discutir com o filho sobre o determinado assunto proposto pelo pai , utilizando apenas o diálogo. O fato do estado interferir na educação de crianças e jovens pode fornecer aspectos bons como a diminuição de casos de violência na família, e deixar claro o direito desses e alertá-los para procurar ajuda caso o acontecimento seja de acordo com a lei, um crime.
A partir da mídia vemos casos de agressão à [a] menores, onde [ em que] o adulto tem total soberania sobre eles e por falta de conhecimento desses menores acabem aceitando a agressão pelo fato do agressor se tratar do pai, [sem vírgula] ou mãe; é evidente que em casos assim a criança ou o adolescente desconhecendo uma forma de ajuda governamental ou não tendo um parente próximo a quem recorrer tenha na forma de lei, [sem vírgula] um asseguramento do seu bem-estar.
O estado interferindo na relação pai e filho, [sem vírgula] pode ser útil [vírgula] mais [mas] será que a falta daquela “tapinha” na criança quando pequena, [sem vírgula] iria deixar de impor respeito e obediência a um ser que ainda desconhece a diferença do certo e errado? Como deixar claro que não pode mexer na tomada, por exemplo, quando a maioria dos pais dá uma tapinha na mão da criança esperando que ela não faça mais aquilo, porque [por que] ela vai saber o que vai acontecer se mexer ali de novo? As vezes [Às vezes, ] a forma de mostrar o que está errado pelo ato físico não prejudica a criança, desde que não se torne nenhum espancamento.
Como saber se usando apenas o dialogo [diálogo] o menor não vá ter liberdade demais e passar a desrespeitar os princípios colocados pelos pais por não ter tido um castigo mais duro, e não for sujeito a ações mais precisas? Como em todas as coisas, esse caso está sujeito a uma simples solução: equilíbrio entre ambas as partes, nem ações bruscas dos pais na criança nem por parte do governo em cima dos pais para um melhor convívio na sociedade.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.0 |
| Nota final | 7 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |