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No Brasil, foi aprovada recentemente uma nova lei que proíbe castigos físicos em crianças e adolescentes. Tal legislação dividiu opiniões e levou a população a discutir a respeito de qual seria a maneira ideal a ser usada pelos pais a fim de educar e impor limites aos filhos.
Agressões a crianças e adolescentes fazem parte do método educacional do brasileiro para com seus filhos e por isso a Lei da Palmada, como ficou conhecida, vem causando debates nos quais, constantemente, são apontados prós e contras à questão em todo o país.
Ao analisarmos o objetivo da aprovação do código, devemos considerar, não apenas supostos traumas causados pelas dores físicas sofridas, mas também o impacto gerado ao cérebro em desenvolvimento, em período de incontáveis descobertas de uma criança, por um gesto violento praticado pelo adulto que, para o menor, é uma referência do que é correto.
A Lei da Palmada seria de fundamental importância para que o ser humano viesse a aderir a um método esquecido, ignorado e que, sem dúvidas, é a maneira ideal de se transmitir educação: O diálogo. A criança, assim como todo ser humano, erra, no entanto, ela carrega em si a necessidade de entender o porquê da insatisfação do adulto para com sua atitude, já que, muitas vezes, sob sua visão, tal ação não parece ser algo prejudicial ou mesmo ruim.
É importante que o país, além de legislar códigos, se comprometa com o cumprimento dos mesmos, e, para começar, é de fundamental importância que toda a população seja conscientizada. Somente a partir do momento em que a sociedade aderir às leis, consciente do valor das mesmas, tais códigos serão, enfim, mais que papéis com soluções perfeitas armazenados nas gavetas.
Quando leis e população, finalmente, passarem a caminhar lado a lado, teremos então a dignidade de cantar o Hino Nacional do Brasil com vontade e orgulho de quem integra uma nação que caminha com a justiça, e seremos, por fim, um povo com capacidade e maturidade suficiente para, democraticamente, governar um país que marche, dia após dia, rumo a um lugar de destaque no pódio do desenvolvimento.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
2.0 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
9
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |