Educar sem violência

Tema: Lei da Palmada: O contraponto entre a violência e a educação dos pais

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 14/02/2012
Nota tradicional: 9.5
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Educar os filhos não é uma tarefa fácil, pelo contrário, é algo bastante delicado que exige dos pais paciência e tempo. O governo brasileiro apresentou um projeto de lei em 2011 contra a palmada, seu objetivo é coibir a prática de castigos corporais em crianças e adolescentes. Atualmente trinta países, como por exemplo, a Suécia, possuem leis que proíbem pais de bater em seus filhos.

Segundo o dicionário Aurélio, agressão é ataque violento e intempestivo; insulto. Muitos acreditam que uma palmada, um chacoalhão ou puxão de orelha é uma agressão, e que pode gerar trauma e influenciar o comportamento na fase adulta. Porém, outros contrariam este pensamento dizendo que apanharam durante a infância e que hoje são pessoas decentes e educadas.

É normal uma criança desobedecer e desafiar as regras, essa é uma fase do desenvolvimento infantil de conhecer o mundo e de testar até que ponto podem ir. A violência não é a melhor saída, educar é se dedicar, ser persistente e impor limites. Portanto, há outras medidas que podem ser tomadas para repreender o comportamento inadequado dos filhos, como o diálogo e o castigo, que tem como objetivo mostrar o que eles fizeram de errado e quais serão as consequências.

Para os que querem realmente cumprir a tarefa como educadores de seus filhos há alternativas de correção sem precisar fazer uso da força. Além de medidas como o diálogo e a perda de privilégio, os pais precisam ser exemplo para seus filhos, e isto é considerado a melhor forma de educar. Contudo, leis como essa devem ser criadas para interferir nas atitudes de pais que abusam de suas autoridades, e para conscientizar que o respeito, o carinho e a disciplina sejam prioridades em meio familiar.

Correção tradicional

Critério Observações Nota
Adequação ao Tema Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. 2.0
Adequação e Leitura Crítica da Coletânea Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. 2.0
Adequação ao Gênero Textual Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. 1.5
Adequação à modalidade padrão da língua Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. 2.0
Coesão e Coerência Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. 2.0
Nota final 9.5

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos