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Com o intuito de coibir a violência no país, a sociedade vem buscando alguns artifícios. Recentemente, foi aprovada uma Lei que objetiva dirimir os castigos físicos dos pais para com os filhos. Entretanto, será que o Governo pode invadir os lares, impedindo que os pais eduquem seus filhos? Coibir a palmada prejudica a educação?
Diante desses questionamentos, relembramos do período de nossos pais e avós, que educaram com o apoio de palmadas, chinelos, cintos, varinhas [vírgula] dentre outras técnicas, [sem vírgula]que causavam dor e sofrimento, mas que acabavam surtindo o efeito desejado – a educação. Impressionante que a geração, o qual recebeu esses castigos físicos, lembra desses momentos e chega a achar o fato cômico e, o mais surpreendente, que não deixou de amar seus pais por isso. Pelo contrário, acabam agradecendo aquele momento, pois, em muitos casos, acabou sendo o divisor de águas na estória de suas vidas.
No que tange ao projeto de Lei, aprovado recentemente pelos Deputados, cabe salientar que foi motivado, principalmente, pelos inúmeros acontecimentos que têm sido divulgados pela imprensa sobre a violência de pais com os filhos. Deve-se destacar que esse tipo de violência sempre aconteceu na sociedade, entretanto [vírgula] vivemos no tempo da informação, Internet, Facebook e inúmeras redes sociais. Em suma, a notícia espalha-se com uma velocidade muito grande, diferentemente do passado que só chegava no máximo à rua ao lado.
Desta forma, devemos destacar que estamos vivendo uma nova época, somos pais do século passado e estamos nos adaptando as [às] ideias atuais. Ainda temos dificuldade de aceitar algumas regras novas. O fato de querer usar de técnicas usadas pelos nossos pais é justificado pela formação do ser que somos hoje. Fomos criados, crescemos e vencemos assim, por isso achamos essa fórmula é a mais correta.
Assim, atualmente, a educação de pais e filhos deve ser pautada pelo diálogo, amizade, conquistando, assim, a confiança do filho. O mais importante na educação atual é a conversa e é notório que os limites devem existir e caso sejam exacerbados devem ser sancionados, substituindo os castigos físicos exagerados por pequenas palmadas, proibições e momentos de reflexão numa cadeira – funcionam muito bem.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |