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Inadmissível. Essa é a palavra que descreve com maior veracidade o fato de que o estado quer interferir na educação dada pelos pais. Visto que, é dever dos pais, previsto em lei, gerirem a educação dos seus filhos. Além disso, essa interferência extrapola o direito de liberdade dos indivíduos.
A intervenção do estado no direito dos pais de educar seus filhos é inaceitável. Os pais ou responsáveis legais são incumbidos de educá-los e ensiná-los. Mesmo [ ensiná-los, mesmo] que, [sem vírgula] esse ensino seja através de punições corporais. Outro dever dos pais é mensurar quando o castigo corporal vira agressão física. Uma vez que, [sem vírgula] a violência é crime social, que pode não só conduzir o agressor a prisão, mas também, [sem vírgula] traumatizar a criança. Logo, as punições corporais são necessárias, porém é importante medir a intensidade desses castigos.
A invasão de privacidade do estado fere o direito de liberdade dos pais. Visto que, [sem vírgula] essa invasão pode ser considerada um abuso de autoridade. Esse abuso se dá em razão de que a liberdade do governo extingui-se onde se inicia a liberdade da família. Outro aspecto essencial é que essa “liberdade” destinada às crianças pode interferir na educação das mesmas. Ou seja, as crianças podem crescer sem limites e possivelmente tornarem-se criminosos. Portanto, é essencial que o governo não interfira na educação dada pelos pais, pois irá contra o princípio da liberdade, previsto na constituição, além de alimentar possíveis atos de violência no futuro.
Por conseguinte, é incabível que o poder político intervenha na educação dada pelos pais. Já que, [sem vírgula]a função desde órgão não é invadir a privacidade dos pais e sim zelar pela educação dos filhos. Consequentemente, a penalidade física, desde que consciente, é necessária. Com a proibição dessas punições, o governo contribuirá para um estado irreparável de violência no futuro. Ao passo que ocorre uma extrapolação das punições físicas, se torna uma agressão, que é considerada crime. Logo, para erradicar esse distúrbio social é necessário não só aumentar a rigidez das leis e a fiscalização das mesmas, mas também promover uma discussão desse assunto nos principais meios de comunicação, como a televisão e a internet.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
8
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |