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13 de fevereiro de 2012
Prezado Senhores Deputados,
Estamos vivenciando um caos na educação de nossos filhos, mas não é por causa da interferência da agressão na educação. Recentemente estava lendo noticias [notícias] na internet [vírgula] como geralmente faço, onde [em que] uma noticia me chamou atenção: “Foi recentemente aprovada pela câmera dos deputados um projeto de lei que proíbe o uso de castigos corporais em crianças e adolescentes”.
Acho que os senhores estão sendo imaturos, pois cabe aos pais educarem os filhos, lembre-se que tudo tem que se machucar para aprender [vírgula] é como uma criança que está aprendendo andar de bicicleta, depois de varias [várias] quedas e machucados [vírgula] ela aprende. A mesma coisa funciona na educação dos filhos, fez alguma travessura, uma boa palmada não fará mal e sim conscientizará o filho de que aquilo é errado, ele sentindo a dor não fará aquilo outra vez.
Não sei por que os senhores dizem que isso é violência contra a criança e o adolescente; violência é o que acontece em nossos presídios, onde encarcerados apanham de cassetete que deixam cicatrizes e hematomas violentos. Agora reflita quem está sendo violento os pais ou os policiais?
Os senhores deveriam se preocupar com as nossas escolas, os salários dos professores são baixíssimos, é precária a situação das salas de aulas, em muitos estados há uma escassez de professores, tudo por causa do baixo salário. A maioria dos senhores está ciente que até um pedreiro que não precisa estudar, ganha mais que um professor, se continuar nesse ritmo o Brasil futuramente ficará estagnado, sem professores e por estar sem professores, ficará sem as outras profissões, pois a base delas é o professor.
Em virtude dos fatos mencionados, cabe aos pais educar aos filhos e o governo a se preocupar com coisas mais importantes para a sociedade.
Respeitosamente,
Leandro Hoffmann
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |