Mais um passo ao progresso!
Tema: Lei da Palmada: O contraponto entre a violência e a educação dos pais
São crianças e mais crianças neste mundo. Varias [várias] delas com mães adolescentes que ainda não possui [possuem] maturidade suficiente para educar. Uma criança não pensada, mas imposta pela vida devido à falta de responsabilidade. Também existem aqueles pais estressados e descontentes com a vida, que acabam descontando no ato de “educar” a criança quando ela faz algo de errado. Será justo bater para educar?
A lei da palmada trouxe algo novo para a sociedade, fazer os pais a pensar [pensarem] em novas maneiras de ensinar meninos e meninas além dar a [sem utilizar a] famosa palmada corretiva. Mesmo algumas pessoas mostrando alguns revezes dessa lei, ela traz consigo uma melhoria no desenvolvimento da habilidade dos pais em como educar seus filhos. Resumir diálogos no ato de bater se tornou uma solução rápida de muitos pais, contudo a área de educação, através da psicologia, mostra diversos trabalhos da importância do diálogo no momento da aprendizagem entre pais e filhos.
Em que pese depoimentos de pessoas que dizem que a palmada corretiva foi a salvação de sua educação, para muitas outras foram ruínas e são até hoje lembranças de seus traumas, inseguranças e marcas para uma vida inteira. Este fato apoiado [ Esses fatos apoiados] por diversas outras formas de educar que se fez um importante passo para a melhoria da educação e do convívio dentro das famílias brasileiras.
O despreparo dos pais é o ponto crítico. São pessoas avessas a [às] transformações e refratarias a qualquer mudança que possa as atingir em suas vidas. Chamar a atenção da sociedade para a forma de educar é mostrar a importância que nela existe. Essa lei trará futuramente bons frutos para as famílias, criando laços mais fortes e um cultivo maior do amor com seu filho, deixando os pais mais atentos aos dilemas de seus garotos e garotas.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 0.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.0 |
| Nota final | 4.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |