Uma palmada é o limite
Tema: Lei da Palmada: O contraponto entre a violência e a educação dos pais
Todos nós, na infância, levamos palmadas. Os motivos são diversos: birras, travessuras, chantagens, falta de educação, entre outros. A primeira atitude que um pai ou mãe toma quando vê seu filho aprontando é lhe dar um puxão de orelha, uma surra, uns tapinhas na bunda, dependendo que [de] cada pai e cada situação, para que a criança "aprenda" a não fazer coisas erradas, assim, [sem vírgula]ela irá pensar antes de fazer algo desagradável, porque a consequência será dolorosa.
Desde os primórdios da humanidade, dar uma surra sempre foi sinônimo de provocar medo, de dar uma "lição", porém, com a capacidade de reflexão humana, cada vez mais evoluída, esse método de "aprendizagem" foi sendo substituído pelo diálogo pacífico a fim de resolver problemas. Porém, há pessoas que ainda acham que a violência é a melhor solução, ainda mais em crianças indefesas.
O governo tentando ajudar, criou a Lei da Palmada, [sem vírgula] que diz: " O direito da criança e do adolescente a não serem submetidos a qualque forma de punição corporal, mediante a adoção de castigos moderados ou imoderados, sob a alegação de quaisquer propósitos, ainda que pedagógicos, e dá outras providências".
Em outras palavras, não será permitido dar um puxão de orelha em um filho. Por exemplo: agora não será permitido uma mãe dar uma "lição" no filho briguento, birrento e violento, aplicando-lhe uns tapas ou coisa parecida, sendo que a criança está fazendo coisas totalmente erradas por gosto e prazer.
O governo não conhece todas as crianças e as situações, portanto [vírgula] é claro que [vírgula] às vezes [vírgula]elas precisam de um tapinha ou de um puxão de orelha, pois isto não lhes fará mal, e sim irá muitas vezes fazê-las baixar a bola e a mãe irá impor respeito diante de seu filho. Dar surras com fortes, com chicotes, deixar a criança roxa e sangrando é outra história. Dar um tapa é impor limite, da dez é ultrapassá-lo e se um pai não educa um filho, este será, no futuro, sem limites.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 7 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |