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Dentro de esferas comportamentais, se agregando a um conceito fixo sobre a autoridade dos pais para com seus filhos,é notório que quanto mais paciência se dá às crianças, mais elas tendem a melhorar sua personalidade e [vírgula] consequentemente, sua obediência. Como de geração em geração,os filhos têm sido educados com palmadas e repreensões um tanto punitivas e desestimulantes,que salvas as vezes,transformam corretamente a postura dos tais.
Pais que espancam seus filhos e justificam-se por meio do amor, não medem as conseqüências dos atos absurdos que podem levar seus filhos a um trauma psicológico tão imutável quanto encarcerá-los em um mundo triste e vazio. Há relatos recentes de mães que diante de uma situação constrangedora, como por exemplo, o filho espernear por algo e não poder tê-lo, puxam os cabelos ou mais ousadamente batem na frente dos outros deixando a criança totalmente exposta a vergonha e humilhação.Fruto da ignorância paterna.
É nessas horas que não podendo mais ficar de braços cruzados,o Estado entra em ação e decide aprovar leis que proíbem qualquer tipo de correção física na intimidade pai-filho supostamente controlada.A ênfase da questão não se empata aqui, mas sim, no que de vantajoso e desvantajoso isso trás [traz] a sociedade dos pais. Bater no seu filho não é sinônimo de correção,assim como,não bater nele ser sinônimo de educação e respeito,pois o que é deixado de lado, subjetivamente é interpretado como libertinagem.
O fato engloba ter cultura. Pais que não lêem, não procuram saber formas de evitar o estopim da raiva e remediar seus casos, são intolerantes e uma ameaça ao desenvolvimento mental da criança. Depois de presos, é que começam a pensar e a população como um todo, se desentende sobre o Estado fazer correto em prender ou deixar como “livre arbítrio”.
A lei não veio para fazer milagres e impedir que polêmicas repercutam por aí. Entretanto, veio com o propósito de conscientizar os pais de que crianças são seres ainda imaturos e despreparados para o entendimento completo da vida. Podendo assim, [sem vírgula]ajudá-las a construir os primeiros pensamentos, baseados na ética e no amor, ou na rebeldia e desmoralização.Pais, vocês decidem.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |