Educar não dói
Tema: Lei da Palmada: O contraponto entre a violência e a educação dos pais
Nos dias de hoje, está cada vez mais complicado educar os filhos. Há vários motivos que, se pararmos para analisar, acabam se tornando um “tropeço” no desenvolver da educação que os pais pretendem aplicar. Tecnologias como Smartphones(que são quase computadores) e redes sociais (principais: twitter e facebook), [sem vírgula] fazem com que a criança ou o adolescente queira se tornar mais “independente” dos pais, na maioria das vezes para se aparecer diante dos amigos e se tornar mais popular no meio dos mesmos.No ano de 2011, a lei da palmada entrou em vigor e gerou uma enorme polêmica, pois essa lei proíbe os pais de baterem em seus filhos na hora de educar.
Existe uma grande diferença entre agredir e apenas dar uma palmada de vez em quando. Mas [vírgula] infelizmente, nossos parlamentares desconhecem isso. Óbvio que, [sem vírgula]agredir uma criança, não é educar. Uma criança agredida carrega marcas de tristeza pela vida toda, muitas vezes sente que aquilo é certo e faz o mesmo com seus filhos e, além disso, uma pessoa que agride uma criança está semeando em seu coração uma semente de ódio e violência. E depois muitos perguntam o motivo do país está cada vez mais com as escolas mais vazias e presídios mais cheios.
Porém, não há nenhum problema em usar a palmada para corrigir as crianças de vez em quando, mas a palmada, [sem vírgula]somente deve ser usada depois de sentar com a criança e explicar para ela o que ela está fazendo de errado, e por que [porque] ela não deve fazer isso daquela determinada maneira. Se ela tornar a teimar, basta sentar e conversar de novo, aliás, todos merecem uma segunda chance. Contudo, se o problema se repetir, nada melhor do que uma palmada para fazer com que a criança sinta que fazer da maneira errada não é bom.
O estado devia criar uma lei que proibisse [proíbisse] a agressão, não a educação. E também, deveria começar a dar exemplos, realizando campanhas, usando um pouco de psicologia na televisão, que é um meio de comunicação muito poderoso e de forte influência. Algumas pessoas têm dificuldade em diferenciar os termos “usar a palmada” e “agredir”. A diferença é muito simples. Usar a palmada é mostrar que você está certo, tentou resolver no diálogo, mas não deu. Agredir é machucar, descontar a raiva pela teimosia da criança e ser ignorante.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 7 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |