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Até que ponto o governo tem direito de interferir na educação dada pelos pais? Será que é viável a violência para se dar uma boa educação aos filhos? Como é que os filhos possam [deverão] ser quando crescerem, se sua infância for na base da viôlencia? Esses são assuntos que devemos discutir, para se tirar [discutir para tirar] uma conclusão sensata da situação.
Já é do conhecimento de todos que a educação dada pelos pais aos seus filhos vem sendo muito discutida ao longo dos anos, tanto que foi recentemente aprovada pela câmara dos deputados um projeto de lei que proibe [proíbe] o uso de castigos corporais em crianças e adolescentes.
A viôlencia e a educação são duas palavras muito distintas, mas que estão fortemente ligadas umas as outras, pois os pais vem educando seus filhos de uma maneira não apropriada, na base da “palmada”. O governo com seus vários artifícios para se melhorar a educação no Pais [país] vem tentado ajudar familias à [a] educar melhor seu filhos, com medidas plausíveis sem o uso de repelo.
Para se dar uma boa educação não é necessário partir para uma forma bruta de educar. Não é viável a forma de violência para se ter um filho bem instuido [instituído] , que possua vários e profundos conhecimentos, é essencial uma conversa de pais para com filhos, isso é preciso para fazer uma apresentação da cultura para eles.
Olhando para o futuro podemos ver como essas crianças poderão ser quandos [quando] crescer, sendo tratadas assim na base da impetuosidade pelos próprios pais, que sem o conhecimento adequado para se conduzir um filho, possam ser gravemente violêntas [violentas] para com a sociedade, já que sua infância foi violênta, podem achar que a violência é o caminho para se resolver todos os problemas, sem saber que tudo pode ser resolvido na base do diálogo sem necessidade de fúria.
Viôlencia e educação nada se parecem, mas se aproximam muito quando não se tem a cultura apropriada para se tratar desses assuntos de forma sensata.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |