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Educar seres humanos não é uma tarefa fácil. O método a ser utilizado varia muito de acordo com o educador e o educado. Algumas crianças são mais flexíveis e compreensivas com a linguagem, outras demonstram não dar muita importância ao que é dito pelos pais. O que vem acontecendo, cada vez com maior freqüência [frequência] , é que muitos pais tem passado um pouco dos limites com relação à educação de seus filhos através das agressões físicas.
Desde tempos remotos ,dar a famosa ´´palmada`` nas crianças foi o método mais utilizado por seus educadores,levando em consideração que crianças de menor idade,por ainda não terem grande capacidade de discernimento do que é dito,respondem mais à [a] dor física do que à reflexão.É crescente, [sem vírgula] o número de casos de crianças espancadas com a justificativa de terem desobedecido ou desrespeitado seus superiores.Freud já afirmara que a agressividade é algo natural em todos,entretanto,como seres racionais [vírgula] deve-se rever conceitos acerca disso na hora de educar os filhos,pois, [sem vírgula] é na infância que parte da personalidade dos humanos é construída.Crianças que sofrem demasiadas agressões tendem a reproduzir em seus filhos o mesmo,e essa carnificina é passada de gerações em gerações.
Visando tudo isso,o governo decidiu interferir na educação de seus futuros cidadãos criando a lei que proíbe qualquer tipo de corretivo moral através de agressões físicas.Levando em consideração a variação de comportamento,cada pessoa reage melhor a um tipo de educação.A falta de limite de alguns foi o que fez o governo criar tal lei.Embora,isso ainda se mostrará um equívoco.Tirar a autoridade dos pais dessa forma fará com que as crianças se achem donas da própria vida,o que de fato não são.
Já existem leis para punir agressores;seja de crianças ou qualquer outro ser animal.Conversar é a melhor opção;apontar seus erros e mostrar-lhes com clareza o porque [porquê] de tal fato [vírgula] colocá-las numa situação de repreensão,porém,como essa lei impede que os pais punam fisicamente seus filhos,estes,tomando consciência disso [vírgula] podem apoiarem-se [ apoiar-se ] neste fator e assim deixar seus pais sem autoridade em cima delas.
Como dito acima,conversar é a melhor opção,mas fazer com que as crianças tomem consciência de que seus pais não podem mais gerar nelas o medo que funciona como controle de eficácia é algo que poderá causar danos na ordem das futuras gerações.Ao invés de leis de proibição [vírgula] a melhor de todas as escolhas é conscientizar e orientar educadores ao invés de proibi-los.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.0 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.0 |
| Nota final |
6.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |