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A frase célebre do escritor Monteiro Lobato: "Um país se faz com homens e livros", parece esquecida pelas pessoas e governantes, devido a atual conjuntura em que o Brasil está sendo feito de corrupção, maus políticos, violência e medo. O descaso das escolas em relação a [à] formação de leitores e o desinteresse pela leitura agrava o problema.
O hábito de ler é dificuldade nacional. A cada dia o número de leitores críticos na sala de auala [aula] diminui, e de educandos que desempenham a obra e prática da leitura com deleite. Ela é feita de modo coercivo, e que acaba com a grandeza, magia e o prazer da leitura.
O Brasil é a nação que menos produz leitores: dados da CBL-Câmara Brasileira do Livro- mostram que o brasieleiro [brasileiro] lê 1,8 livros por ano. O problema não é o valor do livro, existe vários meios de se conseguir um exemplar, e sim, o não costume de exercitar o hábito de ler.
Piaget diz que é na adolescência que o ser humano tenta dominar os elementos que lhe faltam para a vida adulta. Ele defende a leitura como ponto de partida para uma vida adulta normal, prazerosa, na convivência com a sociedade. É na infância que a criança aprende a fazer suas escolhas, uma boa leitura vai lhe dar sustentabilidade.
É preciso que a família e a escola trabalhem em conjunto. Um simples gesto transformador- é o de contar uma história, mostrar o caminho da literatura e transformá-lo num leitor. A leitura deve ser adequada à idade, envolvente e despertar a magia, a curiosidade e o prazer de ler. Uma boa leitura restaura a dimensão humana e atua como organizadora da mente, nutrindo o espírito e agunçando [aguçando] a sensibilidade.