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Texto enviado
Goiânia 24 de dezembro de 2011
Prezado ministro Fernando Haddad,
Quantas crianças neste natal estão pedindo um livro para o Papai Noel? Durante a gestão do senhor ministro [vírgula] os métodos de ensinos alteraram bastante no ensino médio com a adoção do ENEM. Com certeza isso levou aos adolescentes maior dedicação à leitura, afinal no novo exame [vírgula] as habilidades de leitura e escrita são essenciais.
Mesmo com esse indireto incentivo [vírgula] os índices de leitores no Brasil são baixíssimos, acarretando em uma futura sociedade provavelmente leiga. Os livros abrem portas para a criatividade [vírgula] desenvolvem o mundo, entretanto certa parte do povo despreza-o. Não é só o Brasil, mas todos os países em geral isso ocorre. Ou seja, os pais mais espertos devem incentivá-la para um futuro de novas conquistas e crescimento.
As medidas de incentivos são muitas, e muitas o senhor já conhece! A redução de preços, por exemplo, considero desnecessária, pois já temos um dos menores preços do mundo. Porem [Porém] [vírgula]o incentivo a digitalização dos livros é importante porque atualmente a tecnologia domina o mundo. Tornar a leitura um hábito agradável em vez de uma rígida imposição é o principal e o mais difícil.
Infelizmente só é tão complicado por que [porque] a maioria das famílias brasileiras não incentiva [incentivam] seus filhos dês de [desde] criança a praticarem a leitura. Respondendo-lhe a primeira pergunta: certamente quase nenhuma criança, além disso, nem sabem se livros existem na fabrica [fábrica] do Papai Noel! Para amenizar os problemas que a falta de leitura já vem causando na sociedade, o senhor ministro deve agir rapidamente promovendo campanhas [vírgula] entre outras coisas.
Atenciosamente.