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Seja por lazer, estudo ou outro fim, poucas pessoas lêem [leem] no Brasil. No passado [vírgula] o hábito da leitura era restrito a ricos e nobres por motivos econômicos, como mais um dos divisores das classes sociais. Povoado principalmente por escravos, imigrantes rurais e índios [vírgula] a nação brasileira não teve como herdar a cultura da leitura, já que este [esta] era inacessível. No presente [vírgula] o numero [número] de leitores aumentou, mas um dos empecilhos é a leitura de livros obrigatórios antigos e de linguagem complicada nas escolas e vestibulares que faz os livros serem um pouco impopular [impopulares] para os jovens.
Desde cedo [vírgula] jovens são levados pelos programas e propagandas da TV, composta por programas que apelam à desgraça humana, nudez e celebridades. É o principal componente dos lares de baixa renda, fazendo-os assim consumir tanto o estilo de vida, como a beleza e fanfarra, quanto o material, carros e calçados [vírgula] por exemplo. E não cultivando a leitura tornado-se [tornando-se] menos desinformado e inculto.
Esta alienação traz conseqüências tenras como o voto mal escolhido, que leva a cargos públicos, políticos que não pensam na população e promovem seus gostos pessoais. Daí ausenta-se políticas de melhorias nas escolas, salas de leitura, acesso ao livro, desenvolvimento da educação em geral, pois a ignorância dos eleitores é necessária para que o círculo possa se perpetuar.
Portanto, a leitura é a solução e não o problema para a atual sociedade. São as letras o veiculo da informação, cultura e aprendizagem, e também a mais antiga e mais inteligente mídia. Por ser comprado por poucas pessoas [vírgula] o livro ainda é caro, contudo com o advento da internet, é possível telo [tê-lo] de graça, porém a população prefere não desgrudar os olhos da televisão, deixando tudo como está, e ausentando-se do seu desenvolvimento individual e da nação.