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Geralmente, o primeiro contato da criança com a leitura acontece em casa ou na escola. Porém, ambos vêm se mostrando falhos. O descaso com o problema acarreta, na maioria das vezes, para que os pais, os quais podem não possuir o hábito de ler, eduquem os filhos de modo análogo, criando um círculo vicioso. E a escola, quando incita a leitura, tende ao uso de métodos maçantes, fazendo desta uma obrigação.
É importante frisar que, para a formação de bons leitores, é preciso que desde os primeiros anos escolares os alunos mantenham contato direto com os livros e que seus gostos literários sejam respeitados e aprimorados ao longo da vida escolar. Uma vez que a leitura se dá de modo prazeroso.
No Brasil, onde o direito à cultura é previsto em lei, os índices de não leitores são preocupantes, assim como os de analfabetos. Em cidades maiores, ao contrário dos pequenos municípios, é comum encontrarmos ambientes públicos que incentivem a leitura: bibliotecas, eventos artísticos, etc. Não que este fator mude por si só a situação da leitura no país. Disponibilizar bibliotecas municipais e aplicar verbas na regularização da cultura são direitos da sociedade.
Saber fazer o uso correto das palavras é o maior recurso do ser humano. A comunicação, além de estabelecer relações interpessoais, garante a integração no meio social, concretiza acordos, une ideias, funde conhecimentos e, talvez o mais importante, destrói estigmas. Entretanto, ter a habilidade referida requer um longo processo de aprendizado e dedicação. Aqueles que detêm maiores meios linguísticos são os mesmos leitores regulares, os que buscam por novos conhecimentos e, também, os que enriquecem o “leque linguístico”.
A leitura é primordial para a evolução humana. A privação desta têm [tem] como resultado, por exemplo, os diversos preconceitos – julgamento baseado em senso comum – e a alienação diante dos meios de comunicação – deficiência de opinião crítica.
Quem lê busca por aquilo que questiona, provoca e faz tramar respostas. Ler trás [traz] conhecimento.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |