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É sabido que a leitura é fundamental para a formação da cultura e de um bom cidadão crítico. Não foi por mera coincidência que Hitler ao instalar o nazismo na Alemanha, após a Primeira Guerra Mundial, exaltava o corpo e em contrapartida repugnava o intelecto. Ser contestado era a última coisa que o seu governo desejava. Em vista disto [vírgula] Hitler foi muito além do que só ser contrário aos estudos; os livros inclusive de autores consagrados acabaram queimados em seu governo.
O Brasil também vivenciou períodos como este. Na [este na] Ditadura Militar, por exemplo, a maioria dos autores eram censurados e controlados pelo governo. Porém, hoje, na atualidade o cenário no país é bem diferente. Ao contrário das épocas citadas, os livros são disponíveis a toda a sociedade independentemente da idade, raça, classe social e gênero. Sendo cada dia mais acessível com as bibliotecas públicas, sebos, trocas e empréstimos.
Se por um lado os livros estão disponíveis a toda a população, por outro há uma grande falta de leitores assíduos. Segundo a pesquisa da Câmara Brasileira do Livro, cada brasileiro lê em media 1,8 livros por ano, faixa muito pequena em relação aos outros países desenvolvidos. O não hábito da leitura, na maioria das vezes, está relacionado ao início da formação, quando ainda criança não há o incentivo dos professores e principalmente dos pais. Formando assim consequentemente jovens desinteressados pelos estudos e sujeitos ao mundo da violência, do furto e das drogas.
Os livros são peças raras. Monteiro Lobato já afirmava que “Um país se faz com homens e livros”. O contato com esse outro lado do mundo torna o senso crítico mais aguçado e há uma maior visão de mundo. Facilitando assim no momento de votar, dialogar, inventar e argumentar; promovendo o desenvolvimento da nação.
Deste modo, percebe-se a grande importância que um livro possui na vida de um verdadeiro cidadão. É preciso que professores e pais se mobilizem e dê mais atenção para algo que parece tão simples, mas que faz toda a diferença no futuro não só desses jovens como do próprio país.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
7.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |