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Atualmente, a leitura está sendo abandonada, dando lugar a um congelamento no pensamento humano. O que era garantia de desenvolvimento intelectual, tornou-se algo “ultrapassado” (como muitos consideram). Com o desenvolvimento tecnológico, o tempo passou a ser corrido e as pessoas dizem não poder ler devido a isso, porém é possível observar que fazem outras coisas de menor importância.
Com os jovens, acontece que são encaminhados de maneira errônea para o mundo dos livros, já que, na maioria das escolas, são obrigados a ler devido a uma nota que “precisam” alcançar. Isso acaba tornando o pensamento engessado e obstrui o gosto pela leitura.
“Os professores estão se transformando em máquinas de ensinar, e os alunos, em máquinas de aprender.”, diz Augusto Cury. Depois da família, a escola é a principal causadora desse abandono da juventude para com o hábito de ler e obter prazer através do mesmo. O computador ou televisão toma o lugar do diálogo entre filhos e pais e não há tempo para abrir a mente das crianças e adolescentes ao universo que elas são capazes de conhecer nas histórias.
A produção de novos pensadores está sendo cada vez mais escassa. Hoje, o conhecimento é pronto, nada de duvidar, de pensar como algo é possível ou não. Sem ler, a mente se fecha para o novo, o conhecimento deixa de ser produzido e passa a ser repetido. Não há grandes cidadãos capazes de lutar sem a leitura.
Em suma, para resgatar a cultura de ler e gerar pessoas que criem coisas novas é necessário que haja uma reforma no jeito de inserir os livros na educação, que desde pequenas as crianças sejam incentivadas a inventar, ter a arte da dúvida e da análise. Os professores deveriam sugerir que seus alunos criassem blogs, por exemplo, para treinar a escrita, conhecer novos horizontes, costumes e ampliar a visão de mundo. Assim, seria mais prazeroso conhecer os grandes nomes da literatura, por vontade própria e não com o intuito de “passar de ano”.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
2.0 |
| Nota final |
8
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |