O aprendizado e o celular
Tema: O Uso do Celular na Escola
Alguns séculos atrás, as pessoas mais bastadas podiam fazer longas viagens em enormes embarcações que funcionavam somente pela força dos ventos. Muitas destas viagens foram feitas por Joaquim Nabuco, o primeiro químico do Brasil. O objetivo na maioria das vezes era unicamente para receber instruções. Ou seja, uma aula com um sábio.
Hoje, podemos em segundos e com apenas alguns cliques, ter aula de praticamente qualquer assunto, com vários níveis de profundidade. Mas isso não extinguiu as aulas presencias, da mesma forma que o vídeo cassete não eliminou as salas de cinemas e os “ebooks” não eliminarão os livros.
Uma aula presencial, [sem vírgula] tem a sua mágica. Não somente pelo conteúdo, que pode se assemelhar ao da internet, mas pelo calor humano, pela experiência de vida do professor, pela oportunidade de fazer perguntas e receber as respostas imediatamente, pela confiança mútua, por tantos fatores, que seriam poucas estas linhas para enumerar.
Até o momento em que um professor chega a sala de aula, já se passaram vários acontecimentos. A começar de quando ainda jovem, decidiu pelo magistério e seguido de dedicação contínua, carregada de muita experiência.
Portanto, o momento da aula deve ser valorizado, com atenção e dedicação exclusiva dos alunos e logicamente do professor. Por mera educação e respeito não se deve usar um celular. Para emergências, os pais e parentes do professor devem conhecer os números dos telefones da escola.
Quarenta e cinco ou cinqüenta minutos de aula, parecem pouco diante das duas horas que um telespectador passa sem atender um telefone e quase sem piscar os olhos diante de um filme numa sala de cinema, ou rezando numa igreja, ou durante uma consulta médica, ou em qualquer momento onde entende-se por ser proibido o uso destes aparelhos.
A lei que proíbe uso de celular vem apenas garantir o respeito ao momento sagrado que é o de aprender.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 0.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 0.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.0 |
| Nota final | 4 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |