O celular está fora de área
Tema: O Uso do Celular na Escola
Existem fatores que são extremamente relevantes quando se fala em educação de crianças e adolescentes. Comportamento, interesse e desempenho, são alguns deles.
Leis recentemente criadas em nível municipal e estadual promoveram a proibição do uso de celulares em ambiente escolar, parcial ou totalmente. Estas são leis com que se amparam os fatores antes citados. Apesar disso o fato gerou discussões e indignação.
Dizem alguns que privar o aluno do acesso à informação é retroceder, impor barreiras entre ele e os avanços tecnológicos. Defendem a possibilidade de que estes descubram os próprios limites no uso e que cabe à escola intermediar a situação.
Claro que em tese isso é realizável e belo, esperar que aluno tome consciência dos seus atos. Ainda encontramos o argumento segurança, o mais plausível, porém derrubado pelo fato de que toda escola tem telefone fixo, logo com a possibilidade de um problema interno ali está ele à disposição. Bom, não temos é tempo para utopias.
Entrevistas revelam que pela perspectiva do educador, que é aquele que percebe o que acontece em sala, o uso de celulares é em todo caso prejudicial. Prejudica a turma, à medida que atrapalha discussões, interrompe as explicações, com toques e qualquer outro barulho, seja de mensagem ou outros. Impede que os colegas prestem a devida atenção, muitas vezes atraindo para aquele que porta o aparelho a atenção destes.
Toda tentativa de maximizar o aprendizado é válida e evitar a dispersão dos alunos é promover essa ideia. Os adolescentes gastam muito mais tempo com joguinhos, por exemplo, que resolvendo suas lições. Infelizmente o uso que é feito da tecnologia não é o melhor possível, e não está, na maioria dos casos, associados a algo proveitoso.
Em vista disso, as recentes leis municipais e estaduais que proíbem o uso de celulares são muito positivas, apesar de serem injustamente chamadas de arbitrarias [arbitrárias] e contrárias ao desenvolvimento do educando. Pois, por menor que seja a dispersão causada por esses aparelhos, ela contribui para o fracasso acadêmico, o que impossibilita seu uso. Usa-se o celular majoritariamente para o lazer, e francamente, isso pode ser feito fora da sala. Tornou-se necessário salpicar ações positivistas para obter melhores desempenhos.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 2.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 2.0 |
| Nota final | 9 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |