A Integração do celular no cotidiano
Tema: O Uso do Celular na Escola
Com a globalização, conseqüentemente a inovação tecnológica, cada vez se tornou mais fácil à acessibilidade, principalmente a recursos de comunicações, precisamente falando, o celular. A popularização deste aparelho, que hoje não se resume somente a fornecer ligações, mas também a outras funcionalidades, que se tornaram indispensável [indispensáveis] tanto no cotidiano escolar, profissional, como também no pessoal.
Contradizendo as características da era modernizada ao qual nos encontramos, a princípio, o uso do aparelho celular não era muito comum, isto devido à indisponibilidade para o acesso ao mesmo. Hoje, com o baixo custo, variedades de escolha, luxo e principalmente com a importância na comunicação, somos presenteados com esta sublimável acessibilidade, e o uso deste aparato tornou-se indispensável não somente a adultos, mas sim, as crianças que disponibilizam deste recurso de comunicação até mesmo por questão de segurança.
Por outro lado, há quem rejeite o benefício deste na escola. O deputado estadual João Pedro Figueiras (Democratas, ex-PFL), propôs um projeto que proíbe o uso dos celulares nas salas de aula, ele afirma o seguinte: ‘Não é novidade, mas a proibição dessa prática pode transformar a relação professor/aluno das escolas estaduais’. Haverá sim transformações, porém com efeitos negativos, pois o celular, atualmente acrescentado com as funcionalidades de fotografar, jogar, enviar e-mail, trocar torpedos, ouvir música ou rádio, pode atrapalhar a interação nas salas de aula, mas pode também ajudar na questão segurança, o que é muito confiado pelos próprios pais. E já que a sociedade está fadada à tecnologia, então porque não usa-la [usá-la] a nosso favor?
Estamos constantemente expostos a situações de perigo, e nem sempre um pai pode estar ao lado do seu filho, como na escola. Com isso[vírgula] o celular os torna [tornam] mais próximos, confiabilizando que a qualquer imprevisto o filho pode se comunicar com o pai e vice e versa.
Diante do exposto, é uma intransigência afirmar que o aparelho celular atrapalha a boa interação na sala de aula, mesmo porque é mais conveniente que as escolas que não aceitam esta liberdade implantem procedimentos de acordo com a conduta das mesmas, abrindo exceções em casos emergenciais. Não sendo tirada a liberdade do aluno, muito menos o respeito para com o professor.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 7.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |