Celular na escola! Proibir ou regular? Eis a questão...
Tema: O Uso do Celular na Escola
O uso desmedido dos aparelhos celulares no ambiente escolar tem gerado uma polêmica acerca deste aparato tecnológico na vida dos alunos. Muitos professores justificam a proibição deste na escola, em virtude de estar comprometendo o desempenho dos alunos, desviando a atenção deles para fora da aula.
Por outro lado, pais são a favor de que seus filhos o levem consigo, inclusive à escola para facilitar o monitoramento destes por causa do recrudescimento da violência. Entretanto, os pais devem ficar atentos a instruir seus filhos para que eles não fiquem exibindo aleatoriamente seus “brinquedinhos” sob pena de se tornarem um chamariz para assaltantes.
O fato é que hoje este mecanismo de comunicação é indispensável e seu uso não está mais restrito apenas a comunicação. A nova geração desses aparelhos se tornou um computador de bolso onde é possível gravar arquivos de diversos formatos para inúmeros fins, acessar redes sociais através da internet, fazer filmagens, além de muitas outras funções.
Por isso, aos os pais fica a reflexão de orientar seus filhos ao bom uso dessa ferramenta antes de presenteá-los, de modo que eles possam ter consciência e bom senso [quanto] ao uso do celular. Sem dúvida, o exemplo é a melhor forma de ensino e naturalmente os filhos tendem a copiar os hábitos de seus pais.
No universo docente, sobre o uso do celular na escola[vírgula] esta questão não deve ser encarada como obstáculo ao aprendizado e sim como aliado, buscando na tecnologia formas de interagir com os alunos para implementar métodos não convencionais, mas sim efetivos.
Portanto, a proibição do uso do celular no ambiente escolar além de prejudicar o contato entre pais e filhos, é acima de tudo, uma perda de um aliado importantíssimo no combate ao baixo rendimento escolar que se abate no aluno que fica apático com métodos ancestrais.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 7.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |