O uso de celular nas escolas: proibi-lo ou não?
Tema: O Uso do Celular na Escola
O celular ganha novo destaque no cenário nacional, após a lei efetivada, [efetivada] (que teve como mentor do projeto o deputado João Pedro) de proibi-lo [proibí-lo] durante as aulas em escolas estaduais e futuramente nas particulares. Tendo como repercussão, os prós e contras que são discutidos por professores, pais e alunos.
Esta lei está embasada no que é notório na maioria das escolas, o uso indevido do aparelho pelos alunos durante as aulas. O que acarreta na dispersão da atenção dos estudantes e dificuldade dos professores em ministrar suas aulas.
Dessa forma [Dessa forma,] o rendimento escolar diminui, os professores não lecionam aquilo que foi planejado e se tornam culpados na história pela precariedade do ensino, ou por alguma reprovação dos estudantes na escola, por exemplo.
Porém [Porém,] não se pode estereotipar o celular como vilão, pois devido as suas múltiplas funções, o aparelho instiga a criatividade e interatividade dos alunos. Por exemplo, um brasiliense de treze anos cria aplicativos para a Apple, maior empresa de tecnologia de computadores e telefonia, tudo isso devido ao estímulo correto que lhe foi proporcionado pelos pais e professores.
As feiras escolares de ciências, são uma boa ferramenta na exploração deste interesse tecnológico pelos alunos, neste ambiente é possível aperfeiçoar o conhecimento sobre o celular, através de pesquisas escolares e também por palestras de profissionais especialistas no assunto. Ou seja, um espaço adequado, para que alunos exponham suas idéias e interesses, e não tenha a necessidade se [de] seu uso durante as aulas.
O uso do aparelho durante as aulas devem [deve] ser banidos [banido] , mesmo porque isto não se enquadra como matéria de aula na grade curricular estipulada pelo Ministério da Educação. Porém [Porém,] em atividades extracurriculares podem ser usados, mas sempre com um acompanhamento de um profissional do assunto, para que os alunos não o utilizem somente em jogos ou envio de mensagens.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.0 |
| Nota final | 7 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |