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Tema: A invisibilidade das doenças raras no sistema público de saúde brasileiro
Doenças raras não são ''casos isolados'', e sim um mosaico complexo que toca milhões de famílias. No Brasil, a ausência do olhar voltado para pessoas que possuem comorbidades ocasionais gera falta de informação e preconceito. Tais obstáculos são preocupantes para um diagnóstico eficiente. (Desenvolva mais a introdução)
Diante do exposto, a escassez de pessoal qualificado pode trazer risco a saúde da pessoa com doença rara. De acordo com o Portal CRM-AP, há uma discrepância na existência de especialistas na área, estima-se que há um geneticista para cada 625 mil habitantes. Tal informação nos mostra a invisibilidade desses pacientes aos olhos da gestão pública. (Discussão pertinente. No entanto, precisa ser mais explorada)
(Boa estratégia coesiva) Outrossim, o preconceito é bastante frequente em nossa sociedade brasileira. A Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em 2022, publicou uma nota alegando que o bullying e a exclusão social são questões constantemente enfrentadas por essas pessoas. (Truncamento) O que gera subnotificação, ''solidão institucional'' e sofrimento psíquico, tornando uma doença corpórea em também da mente. (Cuidado com a argumentação expositiva)
É mister que o Ministério da Saúde precisa se empenhar em treinamentos adequados para profissionais da saúde na Atenção básica e primária, por meio de uma equipe preparada e estruturada, a fim de reconhecer os sinais de alerta precariamente para um melhor acompanhamento. Cabe aos Agentes de saúde, (Sem vírgula) realizar por meio de palestras e campanhas acerca da conscientização dessas doenças e suas tipologias, em escolas públicas e privadas, para, assim, minimizar o preconceito e gerar informações de qualidade, começando desde a infância. Com serviços integrados e compromisso público, é possível encurtar o tempo até o diagnóstico e garantir que esses indivíduos vivam mais e melhor. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |