Desigualdades de gênero e violência digital: do compartilhamento não autorizado de imagens de mulheres na sociedade contemporânea
Tema: Violência contra a mulher e violência vicária: o uso da agressão como mecanismo de controle
A Lei Maria da Penha tem como objetivo combater a violência contra a mulher. No entanto, a violência digital pode ser interpretada à expansão na desigualdade de gênero. Entre os determinantes do problema, podemos citar o uso irresponsável da tecnologia, relações abusivas e de vingança, e uma sociedade cultural machista. Dentre os impactos da violência social é notável os danos psicológicos, julgamento social e a normalização da violência digital.
Com isso, a população machista que culpa e ridiculariza a vítima é o pilar da expansão desse cenário, onde culpa a mulher por confiar em seu parceiro e compartilhar suas intimidades, deixando impune o agressor que se aproveitou, expôs e ameaçou a vítima após uma discussão ou término do relacionamento. (Parágrafo frasal)
(Boa estratégia coesiva) Em adição a isso, as consequências podem ser vistas no julgamento das pessoas no círculo social e profissional das mulheres, como na escola e no trabalho, impactando no psicológico, podendo ocasionar em suicídio. Ademais, a falta de leis mais eficazes a violência digital e os impactos da adulteração são considerados normais, expandindo os casos de vítimas.
(Boa estratégia coesiva) Dessa maneira, a implementação de leis eficazes, com punições severas, como uma pena a nível do que foi causado e indenização; mecanismos digitais mais ágeis e eficientes para a denúncia de tais conteúdos; apoio psicológico gratuito para as vítimas, tal como consultas e rodas de conversa, e palestras sobre o uso consciente e responsável de tecnologias. Essas são ferramentas viáveis para a soluções de tais problemas.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 40 | Nível 1 - Apresenta o assunto, tangenciando o tema ou demonstra domínio precário do texto dissertativo-argumentativo, com traços constantes de outros tipos textuais. |
| Competência 3 | 40 | Nível 1 - Apresenta informações, fatos e opiniões pouco relacionados ao tema ou incoerentes e sem defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 40 | Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final | 440 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |