Desafios para acabar com a violência doméstica no Brasil

Tema: Violência contra a mulher e violência vicária: o uso da agressão como mecanismo de controle

[Redação sem título]
Corrigida por IA | Corrigida tradicionalmente Enviado em 19/03/2026
Nota tradicional: 480
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Segundo João Paulo II, Papa da Igreja Católica Apostólica Romana, "a violência destrói o que ela pretende defender, a dignidade da vida e a liberdade do ser humano"." É evidente que, na sociedade brasileira atual, a violência doméstica é uma chaga que não possui a certa visibilidade governamental. Portanto, a omissão da sociedade por meio da falta de debates e a ineficácia da aplicação das legislações existentes são desafios que precisam ser superados para que tal questão seja mitigada.

Em primeiro plano, o silenciamento populacional através da falta de debates é prejudicial para que tal problemática seja solucionada, uma vez que esse silenciamento pode acarretar na desconscientização da sociedade. Nesse contexto, a teoria de Hannah Arendt, em "A banalidade do mal" , aborda que a massificação da sociedade, formando indivíduos incapazes de realizar em julgamentos morais e aceitando situações sem questionar sob essa perspectiva, o silenciamento populacional por intermédio da ausência de palestras, juntamente com a familiarização populacional sobre a referida causa, torna o problema invisível, impedindo a desconstrução de estigmas da sociedade. Ademais, inoperância da efetividade na aplicação de leis vigentes no cenário brasileiro é visto como empecilho para suprir a violência doméstica no Brasil. Dessa maneira, o livro "Vida Secas", de Graciliano Ramos, aborda a desumanização gerada pela ineficiência do Estado em proteger cidadãos vulneráveis. Outrossim, mesmo além de haverem leis que vão contra a violência doméstica no Brasil, a incompetência governamental na aplicação dessas leis acaba abrindo brechas para a perpetuação da agressão inter-familiar em razão da fragilidade na execução das leis já instituídas.

(Boa estratégia coesiva) Portanto, medidas eficazes devem ser tomadas para sanar tal problemática. Com isso, cabe ao Ministério da Educação, órgão responsável por promover o bem-estar educacional dos cidadãos-criar campanhas de conscientização em redes publicitárias e palestras em instituições educacionais por meio das verbas governamentais, com o efeito de conscientizar a população acerca da violência doméstica. Além disso, compete ao governo intensificar a fiscalização das medidas protetivas através de aplicativos que permitam denúncias silenciosas sobre tal crime e monitoramento eletrônico com os agressores, com a finalidade de promover a paz e a segurança das vítimas no Brasil. Desse modo, será possível atribuir dignidade, liberdade e segurança para a sociedade, conforme os princípios defendidos por João Paulo II.

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 200 Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência.
Competência 2 40 Nível 1 - Apresenta o assunto, tangenciando o tema ou demonstra domínio precário do texto dissertativo-argumentativo, com traços constantes de outros tipos textuais.
Competência 3 40 Nível 1 - Apresenta informações, fatos e opiniões pouco relacionados ao tema ou incoerentes e sem defesa de um ponto de vista.
Competência 4 160 Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 40 Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto.
Nota final 480 A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos