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Tema: Violência contra a mulher e violência vicária: o uso da agressão como mecanismo de controle

[Redação sem título]
Corrigida por IA | Corrigida tradicionalmente Enviado em 19/03/2026
Nota tradicional: 960
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Em uma pesquisa realizada pela Secretaria de Segurança Pública, em 2025, foram registradas, no Brasil, mais de 540 mil medidas protetivas relacionadas à violência contra a mulher. Nesta perspectiva, é necesário discutir o uso da agressão e violência vicária contra a mulher como um mecanismo de controle. Sendo assim, acredita-se que a ineficiência das leis e as falsas acusações realizadas por algumas mulheres sejam os principais fatores, os quais agravam essa problemática.

Primeiramente, cabe destacar a ineficiência das leis, a qual leva ao aumento do número de casos de agressão e violência vicária. Isso porque, o conceito de violência vicária -- atingir a pessoa de forma indireta, através do sequestro dos filhos, por exemplo -- ainda é muito recente. No entanto, esse tipo de agressão é capaz de tirar a vida de mulheres, e, como os agressores sofrem pouca ou nenhuma punição, a violência vicária cresce cada vez mais, servindo como uma maneira de manter a vítima sob o controle o ofensor. Desse modo, é preciso que a violência vicária seja tratada como as demais formas de agressão contra a mulher, as quais a lei é aplicada corretamente e a mulher é, de fato, protegida.

(Boa estratégia coesiva) Ademais, precisa-se visualizar as denúncias falsas de violência contra a mulher, as quais estimulam os agressores a praticarem os crimes e controlarem suas vítimas. Afinal, mulheres que agem de má-fé, com o intuito de prejudicar injustamente outra pessoa, acabam por descredibilizar os pedidos de socorro daquelas que realmente são agredidas e precisam verdadeiramente de ajuda. Logo, se o número de denúncias mentirosas for expoente, o trabalho investigativo é dificultado e o sofrimento das vítimas é ainda mais prolongado.

(Boa estratégia coesiva) Portanto, medidas devem ser tomadas para amenizar essa problemática. Dessa maneira, cabe ao Poder Jurídico, órgão responsável por fiscalizar o cumprimento das leis, garantir, por meio da atuação do Ministério Público, que agressores responsáveis pela violência vicária sejam punidos devidamente. Assim, com a finalidade de assegurar a integridade física e psicológica das mulheres, o número de casos de violência como os denunciados pela Secretaria de Segurança seriam minimizados, felizmente. (Apresentou todos os elementos da proposta)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 200 Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência.
Competência 2 200 Nível 5 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo.
Competência 3 160 Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 200 Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 200 Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 960 Excelente trabalho! A redação está dentro dos padrões de excelência do ENEM, apresentando uma argumentação clara e bem fundamentada, além de uma linguagem adequada e rica em recursos. Parabéns pela conquista!

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos