o enfrentamento da elevada criminalidade contra mulheres no Brasil
Tema: Violência contra a mulher e violência vicária: o uso da agressão como mecanismo de controle
Primordialmente, o enfrentamento da elevada criminalidade contra mulheres configura-se um grande entrave na sociedade brasileira. Sob essa perspectiva, é oportuno abordar o machismo estrutural e o preconceito enraizado. Dessarte, é essencial buscar medidas eficazes para a mitigação dessa problemática.
Em primeiro plano, cabe ressaltar que a perpetuação do machismo estrutural limita a dinâmica e contribui para o aumento de mulheres violentadas no Brasil. Nesse contexto, a obra Assim que acaba, best-seller, relata a história de Lily Bloom, uma mulher que sofria agressões físicas, dependência financeira e manipulações emocionais de seu parceiro. Além disso, assim que na infância, ouvia e presenciava seu pai agredindo sua mãe. Desse modo, essa realidade evidencia que muitas mulheres que sofrem essa criminalidade são pressionadas psicologicamente e se mantêm em silêncio, até mesmo enfrentando a morte. Portanto, é indispensável a ação de combate.
(Boa estratégia coesiva) Outrossim, o elevado índice de violência contra as brasileiras decorre da manutenção do preconceito histórico. Diante disso, o cientista Albert Einstein afirma que “triste época em que é mais fácil desintegrar um átomo do que quebrar um preconceito”. Adicionalmente, essa frase mostra que o ciclo discriminatório é enfrentado pelas mulheres desde o tempo em que a ação política, social e econômica fosse limitada pelo homem. Dessa maneira, enfrentar esse obstáculo fere os direitos humanos das vítimas.
(Boa estratégia coesiva) Destarte, fica claro que o enfrentamento da elevada criminalidade contra mulheres é um retrocesso no Brasil. Cabe ao Governo, órgão responsável pela população, por meio do Ministério das Mulheres, incentivar a conscientização em escolas e mídias sociais sobre o cumprimento e eficácia da Lei Maria da Penha, disponibilizando recursos de defesa pessoal, com a finalidade de combater a violência contra mulheres. Assim, as vítimas brasileiras poderão desfrutar de um futuro justo e pleno.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 40 | Nível 1 - Apresenta o assunto, tangenciando o tema ou demonstra domínio precário do texto dissertativo-argumentativo, com traços constantes de outros tipos textuais. |
| Competência 3 | 40 | Nível 1 - Apresenta informações, fatos e opiniões pouco relacionados ao tema ou incoerentes e sem defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 40 | Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final | 480 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |