(Im)punidade
Tema: Corrupção no Brasil
Muito vem se discutindo sobre a impunidade dos políticos. Antonio Palocci, Alfredo Nascimento, Wagner Rossi, Nelson Jobim e Pedro Novaes – os cincos ministros que foram afastados dos seus cargos pela presidenta Dilma Rousseff este ano. Embora desmentirem sobre o uso do dinheiro público, percebe-se que a corrupção foi impregnada pela história do país desde das [as] capitanias hereditárias.
Infelizmente, há uma contradição no que os políticos dizem, pois sempre querem ter a razão e não perder os seus cargos. A sociedade não quer saber o que aconteceu, e sim, para qual finalidade utilizaram o capital, já que são recursos do próprio povo brasileiro. Como diz o ex-presidente Getúlio Vargas “não importam os fatos e sim as versões. Além disso, basta observar um grande desrespeito com a população, que não reclama dos seus direitos, com isso, abre caminhos sem soluções para o futuro da nação. Neste contexto, é importante averiguação da presidenta sobre este tal fato.
O número crescente de corrupção no Brasil foi por motivo da sua colonização. Em decorrência dos abusos cometidos pela administração do governo, gerou este imenso caos no poder, principalmente quando o fato é sobre pagamentos de propina. Observa-se ainda como os fracassos foram causadas pela má organização desde o primeiro reinado que também criou insatisfação pública e ocorreu várias revoluções. Daí, que nenhum político conseguiu concentrar um governo sem escândalos dos seus partidários.
É imprescindível, portanto, a participação de todos os setores para a erradicação desse problema. Com essa perspectiva, além de possuir caráter político, gera benefícios que se relacionam de forma direta ao desenvolvimento do país. Desse modo, prescindir de forma correta a organização político-administrativa é estabelecer a lógica da força sobreposta à razão e às leis. Somente assim construíra um Brasil mais justo.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 2.0 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |