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A violência contra mulher vem crescido de forma alarmante nas ultimas décadas.
Somente em 2025 houve o aumento de 4,7% nos casos de violência domestica em pequenos estados segundo o site do Senado, e consequentemente o numero de feminicídios e pedidos de medidas protetivas também.
A ilusão de que o destaque da mulher na sociedade, sua liberdade em todos os aspectos, o seu sim ou não e seu direito de escolha colocam em risco a figura masculina em perigo contribuem para que mais e mais casos continuem aparecendo todos os dias.
Discursos de ódio banalizados principalmente em redes socias por homens e também mulheres, cursos, livros com falas misóginas que atacam principalmente o movimento feminista com a justificativa de estar destruindo a "feminilidade" e a "inocência" da figura feminina.
A música "Rosas", do grupo Atitude Feminina, representa um pouco do ciclo que se repete por anos e anos, ciclo que geram traumas que marcam uma vida inteira e infelizmente contribuem para possíveis agressores e vitimas.
Pais que utilizam de seus filhos para manipular, atingir, chantagear e aprisionar seus conjugues, cometendo assim a violência vicária. Um trágico exemplo de violência vicária é a historia da delegada Amanda Souza, que teve seus dois filhos assassinados pelo seu ex-companheiro que antes de cometer o seu auto extermínio disse a ela: "seu futuro será de tristeza e solidão".
Crimes como esse que atingem a mulher de forma que a marca de forma tão profunda, nos mostram a urgência de penas mais severas, de mais apoio psicológico a mulheres que passam por violência e acabam por voltar para seu agressor, de punições a discursos "Red Pill" em redes socias, de mais amparo da sociedade e menos julgamentos a essas e a todas as mulheres.
O aumento alarmante dos casos de violência contra a mulher em 2025 é um grande alerta do quanto o estado e a sociedade tem falhado em proteger, acolher e respeitar as mulheres.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
120 |
Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
80 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
80 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
120 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
40 |
Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final |
440
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |