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Tema: Violência contra a mulher e violência vicária: o uso da agressão como mecanismo de controle
Muito se discute sobre a violência contra a mulher, especialmente no Brasil, que sofre um aumento de casos de feminicídio, como o caso de Alana Anísio, que ao rejeitar um homem, foi esfaqueada múltiplas vezes. Esse cenário evidencia a necessidade de desenvolvimento e reformulação de leis protetivas femininas e a implementação da educação positiva para garotos. (Melhore a apresentação das discussões iniciais)
Em primeira análise, deve-se responsabilizar a forma como garotos são ensinados a retratar a figura feminina. A minissérie "Adolescência", disponível na plataforma Netflix, mostra como o conteúdo consumido por um adolescente pode levá-lo a cometer crimes hediondos, nesse caso, o feminicídio (Essa discussão precisa ser mais desenvolvida). Fora da ficção, essa realidade já é presenciada, com a crescente onda do movimento Redpill, que instiga homens a praticarem violência contra a mulher como símbolo de masculinidade.
(Boa estratégia coesiva) Somado à isso, o sistema legislativo brasileiro falha em proteger suas cidadãs. A Lei Maria da Penha, por exemplo, uma lei voltada a violência doméstica, se vê desatualizada diante do avanço da sociedade. Conforme esse avanço, foi-se instaurando novas formas de violência, como a violência vicária, reforçando a necessidade de repensar essa lei. (Reestruture e desenvolva com clareza)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, a pauta de violência contra a mulher deve ser discutida com seriedade pelo Brasil. Primeiro, é essencial que o Estado forneça espaços criados para mulheres, como hospitais e delegacias especializadas no feminino. Ademais, é de extrema importância que o legislativo desenvolva leis para a proteção da mulher e a reescrita de leis já existentes. Além disso, é preciso garantir que a mentalidade masculina seja positiva, com o Ministério da Educação ofertando palestras em escolas e faculdades sobre a problemática misógina e o incentivo à relacao saudável entre meninas e meninos. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |