Não pare agora... Tem mais depois da publicidade ;)
Na obra “ A empregada”, Freida Mcfaidenn descreve a violência que Nina sofre do marido e como isso impacta a vida dela socialmente e psicologicamente, refletindo em como a sociedade em que ela vive começa a enxergar ela com outros olhos, o olhar de julgamento e culpa. Trazendo essa perspectiva para a realidade do Brasil hoje, nota-se que essa problemática persiste no cotidiano das mulheres brasileiras: a falta de segurança da mulher mesmo dentro de sua própria casa, e a forma que isso reflete na maneira em que as pessoas tratam a mesma.
Como citado anteriormente, a violência contra as mulheres persiste ainda dentro de sua própria casa, o site www.g1.br vai trazer uma pesquisa enfatizando que a maior parte dos casos de feminicídio ocorre por conjunges ou familiares. Mostrando que a segurança da mulher no Brasil hoje não é eficaz nem mesmo em sua residência. Essa realidade que persiste não é de hoje, mas sim uma herança trazida há séculos, um peso de que a mulher vive e sobrevive com dificuldade tendo que aceitar o que foi lhe imposto e essa herança de submissão que permite essa realidade se tornar real parar muitas pessoas no Brasil.
Mesmo com tanto crescimento social e tecnológico, o país regride silenciosamente a respeito da luta contra a violência à mulher, muitas que tentam ganhar voz, são apagadas ou simplesmente taxadas de loucas e infames, levando a culpa por algo que não pediram para acontecer, fazendo até outras optarem por não tentar lutar por já saber essa realidade. Esse ciclo imparável a anos tem o poder de reprimi-las psicologicamente podendo levá-las até a adquirirem transtornos como ansiedade e repressão, afanando-as até da sociedade em que vivem.
Há uma urgência de cessar essa problemática na estrutura brasileira. Cabe ao governo federal juntamente com o poder legislativo brasileiro atuar na criação de políticas publicas consistentes que visem o bem-estar da mulher e sua segurança. (Truncamento) Buscando parceria com os poderes dos estados para assegurar uma segurança de melhor qualidade nas ruas e reforçar e garantir as penalidades das leis atuantes a respeito da violência feminina, além de garantir ajuda psicológicas as mulheres que já passaram por tais traumas. Dessa maneira haverá uma sociedade mais justa e segura, buscando o crescimento da nação.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
160 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
40 |
Nível 1 - Apresenta o assunto, tangenciando o tema ou demonstra domínio precário do texto dissertativo-argumentativo, com traços constantes de outros tipos textuais. |
| Competência 3 |
40 |
Nível 1 - Apresenta informações, fatos e opiniões pouco relacionados ao tema ou incoerentes e sem defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
120 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
40 |
Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final |
400
|
Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |