Mulheres em Perigo Constante.
Tema: Violência contra a mulher e violência vicária: o uso da agressão como mecanismo de controle
A lei Maria da Penha, criada em 2006, surgiu com propósito de apoio jurídico de encontro a violência contra mulher. No entanto, a legislação não é usada por completo na sociedade. (Truncamento) Pois, (Sem vírgula) o judiciário deixa de aplica as normas e não há fiscalização para esses agressores para futuras vítimas.
Em primeira análise, leis brasileiras entram em conflitos, fazendo o poder judiciário beneficia o suspeito concretizado um ditado nacional: "Seu direito acaba, quando o meu começa". (Truncamento) Visto que, (Sem vírgula) a impunidade crescer o aumento de crimes contra mulheres sobe, dados revelam que o ano de 2025 números de feminicídio foi um terço a mais que 2024. Logo, entramos em retrocesso no combate a violência contra mulher.
(Boa estratégia coesiva) Ademais, partes dos agressores têm históricos de crimes contra a lei Maria da Penha e vítimas não tem esse "feedback' quando procura a comunhão. (Melhore essa construção) Já que, (Sem vírgula) não existem esse interesse na sociedade como o exemplo do Marcelo de Garanhuns-PE o meliante tinha três casos de agressão de mulheres na quarta efetivação cometeu feminicídio. Concluir, (Sem vírgula) um esquecimento de interesse do estado e sociedade , deixando fica esquecido uma pauta importante, que trava lutas desde o começo da civilização.
(Boa estratégia coesiva) Portanto, leis que enfraquece o combate a violência e sem enteresse de procura de histórico com quem mulheres se relaciona, a solução é implementa no congresso nacional legislação dando direito maior a lei Maria da Penha e educar a sociedade em ver os antecedentes dos seus parceiros só assim irão diminuir as mulheres em perigos. (Parágrafo frasal)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 120 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 40 | Nível 1 - Apresenta o assunto, tangenciando o tema ou demonstra domínio precário do texto dissertativo-argumentativo, com traços constantes de outros tipos textuais. |
| Competência 3 | 40 | Nível 1 - Apresenta informações, fatos e opiniões pouco relacionados ao tema ou incoerentes e sem defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 40 | Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final | 400 | Apesar de alguns acertos, a redação apresenta falhas significativas que prejudicam a compreensão do texto. É preciso dedicar mais atenção à coesão e coerência, além de aprimorar a argumentação. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |