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Tema: Canetas emagrecedoras: popularidade crescente e riscos da automedicação no Brasil
Na Antiguidade, o corpo feminino era tratado como mercadoria e corpos reais eram invisibilizados pela sociedade. Atualmente, mulheres são impostas a um padrão de beleza não saudável, mostrando que a visão da sociedade não mudou em relação a valorização do corpo feminino. Nesse sentido, nesta tentativa de padronização dos corpos, foram apresentadas as canetas emagrecedoras, como o Ozempic, que não foram criadas com o propósito de emagrecer e tem causado problemas aos usuários. Dessa forma, percebe-se que o agravamento desse entrave se deve, principalmente, pela falta de informações acerca dos riscos da automedicação e pela comercialização ilegal destes medicamentos. (Formulou a tese)
Nesse escopo, é perceptível que os órgãos médicos e demais responsáveis não divulgam informações suficientes acerca do uso indevido de remédios. Segundo a Anvisa (Desenvolva a sigla), as canetas emagrecedoras são utilizadas para tratar diabetes tipo 2 e com o uso indevido podem causar pancreatite severa e possível óbito. Porém, essas informações não chegam aos usuários agravando a automedicação e aumentando as taxas de complicações em tratamentos de emagrecimento com Ozempic (Afirmar isso é tendencioso). Por isso, é preciso que os veículos de mídia noticiem esses casos para que a informação chegue em todos. (Reestruture e explore com mais clareza e produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Outrossim, é notável que a pirataria farmacêutica está em crescimento por conta do aumento de demanda dessas canetas emagrecedoras. Segundo o G1, cantas emagrecedoras feitas clandestinamente causaram, pelo menos, 19 hospitalizações e 2 mortes em 2024, deixando usuários em alerta. Assim, nota-se que a pirataria farmacêutica é perigosa e deve ser combatida pelos órgãos competentes do Brasil. (Reestruture e explore de modo produtivo)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, o pais necessita de regras mais rigorosas acerca da automedicação. Assim, cabe ao Ministério da Saúde, juntamente com a polícia federal, a erradicação de produtos farmacêuticos clandestinos por meio de vistorias frequentes em farmácias e nas fronteiras nacionais para que não haja contrabando internacional, melhorando a vida e a saúde dos brasileiros. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 760 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |