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Tema: Canetas emagrecedoras: popularidade crescente e riscos da automedicação no Brasil
A produção " A Meia-irmã feia" retrata a de uma garota que, por se sentir pressionada pela época, recorre á medidas drásticas como: ovos de tênia para emagrecimento, o corte do próprio pé e rinoplastia, tudo para poder se encaixar no padrão imposto pela sociedade. No Brasil, a atualidade não se diferencia da ficção, onde a automedicação de canetas emagrecedoras para entrar no padrão da magreza extrema se faz presente.
A cultura da magreza estrema nasce em uma realidade de preconceitos, onde não se ter uma vida controlada, se torna banalidade. A nova tendência de canetas emagrecedoras sendo automedicadas, (Sem vírgula) evidência uma falha governamental em relação a segurança pública, (Problemas na construção de sentido) que é prometida pelo Ministério da Saúde, que deveria visar a propagação de informações reais e a fiscalização de remédios que necessitam de acompanhamento médico adequado.
(Boa estratégia coesiva) Além disso, a relação entre padrões de beleza e a sociedade não é uma inovação contemporânea. Durante a época da Idade Média, do século V ao XV, já havia pressão na população a cerca das formas de beleza que deveriam ser aceitas e tipos de corpos que deveriam ser o padrão, e a atualidade não se distancia disso, causando visões de distorção de imagem sobre as pessoas, criando a falsa ideia de que um corpo doentio seria o ideal de beleza.
(Boa estratégia coesiva) Assim, a solução viável ao problema apresentado seria por meio de uma intervenção do Estado, fazendo palestras e divulgações em plataformas midiáticas, sobre a importância dos cuidados com a saúde, autoestima e os riscos da automedicação. Dessa forma, jovens e adultos de todas as idades estarão próximos dessa realidade e do conhecimento necessário, logo, pode- se mudar a cultura da sociedade e garantir um futuro que seja promissor na área da saúde. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |