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Tema: O fim da escala 6x1 e os desafios para a qualidade de vida e a produtividade no Brasil
Em “A condição humana”, a filósofa Hannah Arendt defende que uma sociedade justa se constrói quando todos os indivíduos têm garantido o direito de participar plenamente da vida coletiva. Contudo, no Brasil contemporâneo, observa-se a persistência da escala 6x1, fenômeno que compromete a efetivação de direitos fundamentais (Desenvolva mais essa apresentação). Diante disso, torna-se imprescindível analisar as causas e os impactos dessa problemática na sociedade brasileira.
Em primeiro lugar, destaca-se a atuação insuficiente do Estado como um dos principais fatores responsáveis pela escala 6x1.Embora a Constituição Federal de 1988 assegure direitos essenciais à população, a distância entre a legislação e sua aplicação prática contribui para a manutenção do problema. Dessa forma, a negligência governamental afeta sobretudo grupos socialmente vulneráveis, intensificando desigualdades históricas. (A discussão é pertinente, no entanto precisa ser mais desenvolvida)
(Boa estratégia coesiva) Além disso, fatores socioculturais reforçam a escala 6x1]. A naturalização dessa realidade pela sociedade, aliada à falta de conscientização, dificulta o enfrentamento do problema. Segundo o sociólogo Zygmunt Bauman, na modernidade líquida, questões estruturais tendem a ser tratadas com indiferença coletiva, o que enfraquece a mobilização social necessária para mudanças efetivas. (A discussão é pertinente, no entanto precisa ser mais desenvolvida)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, para mitigar a escala 6x1, faz-se necessária a ação conjunta do Estado e da sociedade civil. Cabe ao Governo Federal, por meio do ministério do trabalho e emprego(MTE), desenvolver políticas públicas específicas, com investimentos e fiscalização adequados. Paralelamente, as instituições educacionais e os meios de comunicação devem promover campanhas educativas, visando conscientizar a população e estimular o engajamento social. Assim, será possível reduzir os impactos do problema e garantir a efetivação dos direitos previstos na Constituição. (Apresentou todos os elementos da proposta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 200 | Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 200 | Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 880 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |