Impactos das IAs na educação brasileira
Tema: Impactos das IAs na educação brasileira
Em apenas três anos que as inteligências artificiais se tornaram disponíveis ao público, é claro o quanto já influenciam as mais diversas áreas, como marketing, criação de conteúdo e, claro, educação. Porém, é preciso ter cautela com essas novas tecnologias na educação, muitos alunos já apresentam um sedentarismo cognitivo, e além disso, as IAs podem errar, prejudicando o aprendizado.
Um dos maiores impactos perceptíveis das IAs na educação brasileira é o sedentarismo cognitivo. Muitos alunos utilizam as IAs para ajudar, ou até mesmo fazerem sozinhas as tarefas escolares. Esse uso irresponsável da tecnologia leva à eventual redução da capacidade de pensamento crítico e aumento da dependência dessas ferramentas para resolução de problemas outrora considerados simples. Essa “preguiça de pensar” tem efeito negativo imenso, especialmente nesses anos de formação escolar, onde o aluno aprende conhecimentos base para sua formação posterior e para a vida adulta. (Explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Além disso, as IAs são passíveis de erro e podem afetar negativamente o aprendizado do aluno, se repassar informações equivocadas. As inteligências artificiais, mesmo avançando rapidamente, ainda utilizam como fonte dados a internet e, sem distinção crítica dos dados, podem repassar informações erradas. Dessa forma, o aluno que usa as IAs para fazer tarefas ou para estudo e não analisa criticamente as informações, pode ser induzido ao erro, prejudicando seu rendimento.
(Boa estratégia coesiva) Em suma, é inegável que as IAs são uma tecnologia que vai continuar se aprimorando mais e mais (Reveja a concordância), e não é possível separar a sociedade delas, inclusive a educação. Porém, é preciso ensinar em escolas sobre seu uso consciente, com pensamento crítico e verificação de fatos. O ministério da educação deve acrescentar módulos de uso consciente de IAs às disciplinas das grades escolares. (Truncamento) Promovendo assim uma reforma da educação que engloba os avanços tecnológicos. (Não apresentou a proposta propriamente dita)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 760 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |