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Na obra "A Revolução dos Bichos", de George Orwell, Napoleão usa do termo: "se não fizermos isso os seres humanos voltam", essa frase suscitava o medo que a fazenda tinha de voltar a ser gerida por humanos e justificava ações injustas por parte da nova gestão (Melhore a construção dessa ideia). O que ocorre no livro é semelhante à realidade, onde certos grupos polarizam a política, criando uma mentalidade "nós contra eles", que afeta diretamente o diálogo social — um pilar da democracia. Isso se dá devido a forma que um governante deve agir para chegar ao poder e a falta de senso crítico da sociedade brasileira.
Diante desse contexto, é notável que o surgimento de "times" políticos é salutar para o governante. Esse método pode ser chamado de política identitária que, em primeiro momento, tem o objetivo de lutar por grupos específicos, porém pode ser usado de uma forma nefasta. Orwell, em "A Revolução dos Bichos", retrata o uso da ideia de forma indevida, quando os porcos, ao assumirem o poder, começam a distorcer os valores da Revolução através do medo e da devoção. De maneira semelhante, na política brasileira, o líder pode se apropriar de símbolos religiosos para criar um laço afetivo com parte da população. Esse vínculo gera um senso de pertencimento em que o participante apoia de forma emocional as decisões do líder, sem a devida reflexão. Com efeito, essa "adoração" cria a polarização política e fomenta a exclusão de debates racionais em que há uma opinião diferente. (Discussão pertinente)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, a falta de senso crítico da nação brasileira é um catalisador para esse assunto. O que não parece estar claro é que a polarização política é como um esquema de pirâmide, nela só o topo é beneficiado, enquanto a base é inflamada para lutar por um ideal e perdem de vista o que realmente importa: o bem estar social. A partir do momento em que a base entender que ela sustenta quem está acima, a política será usada como uma forma de melhora social, onde toda a população se reúne e dialoga acerca do que deve ser mudado. Desse modo, a união social mobiliza as pessoas erradas para fazer as coisas certas, como afirma o economista Milton Friedman.
(Boa estratégia coesiva) Portanto, é dever do Ministério da educação (MEC) promover formas para aprimorar o senso crítico dos estudantes, como por meio da leitura de livros como a Revolução dos Bichos, nos quais é ensinado como um governante pode controlar o Estado através da política identitária e como isso pode dar origem a um governo totalitário. O contato com esse tipo de obra visa identificar padrões semelhantes no meio político e se precaver de antemão. Além do mais, é essencial que ONGs (Desenvolva a sigla) mobilizem campanhas sociais que visem dar voz à opinião popular local sobre formas de melhorar cada região, com essas opiniões em mente a sociedade terá um modelo claro de quem deve eleger para alcançar os objetivos estabelecidos. Dessa forma, o Brasil terá uma sociedade unida em prol de um bem comum. (Apresentou todos os elementos da proposta de intervenção)