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O padre Gillett, em "A educação do caráter", afirma que o corpo é o abrigo da alma e que, se esse estiver mal cuidado, a alma também sofrerá às consequências. Paralelamente, nota-se que os altos índices de obesidade como um problema no brasil, que agravam a saúde e adoecem a alma (Melhore a relação com o tema). Esse cenário é potencializado pelo descaso governamental e pela falta de consciência social. (Muito bem. Formulou a tese)
Diante desse contexto, destaca-se que a omissão do Estado contribui para o aumento da obesidade. Segundo John Locke, o Estado deve garantir os direitos básicos dos cidadãos, o que inclui a saúde. No entanto, quando alimentos ultraprocessados e maléficos à saúde mostram-se uma alternativa mais barata frente aos saudáveis, esse pacto social é rompido. Com efeito, doenças como AVC e hipertensão arterial se tornam comuns, sobretudo nas classes mais pobres da população que veem na alimentação inadequada a única opção possível. (Melhore a apresentação dessa discussão)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, a falta de consciência social é um catalisador desse fato. O filósofo francês Antonin Sertillanges, (Sem vírgula) afirma que o estômago é um segundo cérebro, e, quando alimentado de forma irresponsável, compromete a capacidade cognitiva e crítica do indivíduo. Isso dificulta a adoção de hábitos saudáveis e enfraquece a pressão popular por políticas públicas mais eficazes, perpetuando o adoecimento coletivo da alma. (Reestruture essa discussão)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, fica claro que compete ao Governo Federal a criação de políticas públicas que visem diminuir os altos preços de alimentos in natura e, consequentemente, combater a obesidade. Paralelamente, campanhas escolares e nos meios de comunicação devem conscientizar a população sobre os riscos da má alimentação. Assim, corpo e mente poderão caminhar juntos, rumo a uma sociedade saudável, como sugerem Gillet e Sertillanges. (Proposta incompleta)