Regulamentação das redes sociais no Brasil

Tema: Regulamentação das redes sociais no Brasil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 10/02/2025
Nota tradicional: 720
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Segundo o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, “Todo mundo tem direito à liberdade de expressão, mas nela não se pode utilizar os meios de comunicação para canalhice”. Em virtude da desinformação mais de 63% dos brasileiros afirmam ter sido vitima de falsas informações. Esse cenário evidencia a necessidade de regulamentação das redes sociais para conter a desinformação.

Além das fake news, outro grande problema decorrente da falta de regulamentação das redes sociais é a proliferação do discurso de ódio. Grupos minoritários, como negros, mulheres e LGBTQIA+, são frequentemente alvos de ataques racistas, misóginos e homofóbicos, o que pode gerar impactos psicológicos e sociais graves. Muitos desses discursos são justificados sob o argumento da liberdade de expressão, o que gera impunidade para aqueles que propagam ódio.

O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva já afirmou que "todo mundo tem direito à liberdade de expressão, mas nela não se pode utilizar os meios de comunicação para canalhice" (Busque outro meio para retomar essa citação), reforçando a necessidade de equilíbrio entre liberdade e responsabilidade. No entanto, as plataformas digitais nem sempre tomam medidas eficazes para coibir essas práticas, permitindo que a violência verbal continue crescendo. Portanto, regulamentar as redes sociais é essencial para garantir um ambiente digital mais seguro e respeitoso. Diante desse cenário, fica evidente que a regulamentação das redes sociais é uma medida necessária para combater a desinformação e a proliferação do discurso de ódio.

Garantir um ambiente digital mais seguro e respeitoso não significa restringir a liberdade de expressão, mas sim estabelecer limites que impeçam a disseminação de conteúdos prejudiciais. A responsabilização das plataformas digitais e dos usuários que propagam fake news e discursos de ódio é fundamental para construir uma sociedade mais justa e democrática. Portanto, é imprescindível que sejam adotadas políticas eficazes que conciliem a liberdade de expressão com a proteção dos direitos fundamentais de todos. (Não apresentou a proposta de intervenção propriamente dita)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 200 Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência.
Competência 2 160 Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 160 Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 120 Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 80 Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.
Nota final 720 A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos