Regulamentação das redes sociais no Brasil
Tema: Regulamentação das redes sociais no Brasil
Segundo o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, “Todo mundo tem direito à liberdade de expressão, mas nela não se pode utilizar os meios de comunicação para canalhice”. Em virtude da desinformação mais de 63% dos brasileiros afirmam ter sido vitima de falsas informações. Esse cenário evidencia a necessidade de regulamentação das redes sociais para conter a desinformação.
Além das fake news, outro grande problema decorrente da falta de regulamentação das redes sociais é a proliferação do discurso de ódio. Grupos minoritários, como negros, mulheres e LGBTQIA+, são frequentemente alvos de ataques racistas, misóginos e homofóbicos, o que pode gerar impactos psicológicos e sociais graves. Muitos desses discursos são justificados sob o argumento da liberdade de expressão, o que gera impunidade para aqueles que propagam ódio.
O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva já afirmou que "todo mundo tem direito à liberdade de expressão, mas nela não se pode utilizar os meios de comunicação para canalhice" (Busque outro meio para retomar essa citação), reforçando a necessidade de equilíbrio entre liberdade e responsabilidade. No entanto, as plataformas digitais nem sempre tomam medidas eficazes para coibir essas práticas, permitindo que a violência verbal continue crescendo. Portanto, regulamentar as redes sociais é essencial para garantir um ambiente digital mais seguro e respeitoso. Diante desse cenário, fica evidente que a regulamentação das redes sociais é uma medida necessária para combater a desinformação e a proliferação do discurso de ódio.
Garantir um ambiente digital mais seguro e respeitoso não significa restringir a liberdade de expressão, mas sim estabelecer limites que impeçam a disseminação de conteúdos prejudiciais. A responsabilização das plataformas digitais e dos usuários que propagam fake news e discursos de ódio é fundamental para construir uma sociedade mais justa e democrática. Portanto, é imprescindível que sejam adotadas políticas eficazes que conciliem a liberdade de expressão com a proteção dos direitos fundamentais de todos. (Não apresentou a proposta de intervenção propriamente dita)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 200 | Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 120 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 80 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |