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No século XXI, as redes sociais se consolidaram como um dos principais meios de comunicação e disseminação de informação. No entanto, a ausência de uma regulamentação eficaz tem gerado desafios significativos, como a propagação de fake news, discursos de ódio e a violência digital. Nesse contexto, torna-se imprescindível debater a necessidade de medidas regulatórias para garantir um ambiente digital mais seguro e responsável no Brasil.
Em primeiro lugar, é importante destacar que a falta de regulação adequada contribui para a disseminação de desinformação. Segundo um estudo realizado pela Universidade de Oxford, o Brasil está entre os países mais afetados por campanhas de desinformação em redes sociais, o que pode comprometer processos democráticos, como eleições. Sem um controle eficiente, (Essa discussão precisa ser mais desenvolvida) há um impacto direto na formação da opinião pública e na estabilidade institucional do país.
(Boa estratégia coesiva) Além disso, a falta de regulamentação contribui para a impunidade em relação a crimes cometidos no ambiente digital. Casos de discurso de ódio, cyberbullying e exposição indevida de dados pessoais são frequentes e muitas vezes não resultam em penalizações efetivas. Dessa forma, a implementação de uma legislação específica se faz necessária para responsabilizar indivíduos e empresas que permitem a disseminação de conteúdos prejudiciais.
Para enfrentar essa problemática, é fundamental que o governo brasileiro, em parceria com instituições especializadas, elabore um marco regulatório que equilibre a liberdade de expressão e a segurança digital. Essa regulamentação deve incluir medidas como a obrigatoriedade de moderação de conteúdo pelas plataformas, sanções para aqueles que propagam informações falsas e campanhas de conscientização sobre o uso responsável das redes sociais.
(Boa estratégia coesiva) Portanto, a regulamentação das redes sociais no Brasil é uma necessidade urgente para combater a desinformação e garantir um ambiente digital mais seguro. A adoção de medidas legais que promovam a responsabilidade digital, aliada a um trabalho educacional, é essencial para assegurar que as redes sociais continuem sendo espaços democráticos, respeitosos e comprometidos com a verdade.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
200 |
Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 |
200 |
Nível 5 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo. |
| Competência 3 |
160 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
160 |
Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
120 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
840
|
Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |